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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

LONGO CURSO PUXA CRESCIMENTO DO MERCADO DE CRUZEIROS NO BRASIL


A BRASILCRUISE - Associação Brasileira de Terminais de Cruzeiros Marítimos revelou com exclusividade ao blog excelente notícia: da última temporada para esta o número de cruzeiros e escalas de longo curso praticamente triplicou, crescendo várias vezes mais do que a cabotagem de passageiros.


Como se vê na série (vide imagem acima) diivulgada pela entidade, que congrega os terminaiis de cruzeiros no Brasil, serão 30 navios vindos do exterior com destino ao exterior, tocando poucos destinos brasileiros em cada passagem e realizando 331 escalas na temporada em curso contra 12 navios e 127 escalas na anterior. 

Um recorde histórico. 


A maior temporada de longo curso, segundo os dados da BRASILCRUISE, havia sido a de 2009/2010, com 26 navios e 200 escalas. 


O presidente da BRASILCRUISE, Cadu Bueno, que opera o terminal cruzeiros de Búzios (RJ), localizado na Marina Porto Veleiro, respondeu algumas perguntas nossas a respeito:


No LC o número de navios e de escalas quase triplicou da temporada passada para esta. O quê contribuiu para isto?


Dividendos de anos de divulgação na SEATRADE pelos Terminais Privados, com muito material e contatos com cias diversas

 

Como se dá a captação destas escalas e com quanto tempo de antecedência?

 

O trabalho de divulgação tem seus efeitos, ou não, nunca  em menos de 18/24 meses nas feiras, SEATRADES e mailings  com os representantes/executivos das cias no exterior.

O planejamento de toda Industria dos Cruzeiros Marítimos  é feito na base de 24 meses de antecedência, em média.

 

Qual o papel da Brasilcruise no processo?


Incentivo a divulgação e participação como Delegado – US$ 1500 por feira – nos encontros/palestras  reservados aos executivos principais das cias nas SEATRADE. Somente stand não produz efeitos, apenas vitrine,  e registre-se que o Brasil não tem participado com stands nas SEATRADES há mais de  3 anos.

 

Qual a diferença para a operação e faturamento no destino entre LC e CB?


Os navios de Cabotagem seus PAX gastam em média numa escala/diária R$ 550. Os PAX de LC gastam em média mais de US$ 700. A operação dos navios de LC é sempre menos volumosa , com navios de 400 a no máximo 1200 PAX (raros), com os cruzeiros custando aos turistas mais de U$10.000, por PAX. ou seja, PAX com perfil de renda elevada e faixa etária alta

 

Qual o calado médio para operar LC e para operar CB?


Os navios de LC, categoria que inclui os Megayachts, os menores, que são a maioria, calam na faixa máxima de 4 a 5 metros. Os de CB em média 8 metros.


Como fazer para aumentar o número de escalas de CB? E de LC?


Trabalhar! Mas antes definam um cais e seu operador profissional. Poder público não pode/deve ser operador de receptivo de cruzeiros marítimos. Não é sua missão!!

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

HISTÓRICO DAS ESCALAS DE CRUZEIROS EM FLORIANÓPOLIS


A BRASILCRUISE - Associação Brasileira de Terminais de Cruzeiros Marítimos enviou ao blog a relação de cruzeiros e respectivo número de passageiros que aportaram na Ilha de Santa Catarina, em Florianópolis (SC), entre 2000 e 2010, quando houve a última escala.

O presidente da entidade, Cadu Bueno, que opera a Marina Porto Veleiro, o terminal de cruzeiros de Búzios (RJ), lamenta não dispor dos dados das escalas em anos anteriores:

"É muito tempo passado e não localizamos o período intenso de escalas em Jurerê com um dos  fundadores da BRASILCRUISE, Helio Chevarria"

sexta-feira, 12 de maio de 2017

MAIS DE 170.000 ACESSOS INDIVIDUAIS AO BLOG


Agradecemos a todos os leitores o reconhecimento do nosso trabalho. Consideramos um grande êxito tendo em vista a especialização da temática aqui abordada e a precariedade da gestão "taylor made" do blog. Rumo aos 200.000!

CLIA-ABREMAR NOVAMENTE VISITA FLORIANÓPOLIS PARA FOMENTAR A INDÚSTRIA DE CRUZEIROS EM SANTA CATARINA


Poucos dias após sediarmos em nosso escritório produtiva reunião de Cadu Bueno, presidente da Associação Brasileira dos Terminais de Cruzeiros Marítimos - BRASILCRUISE, com o comandante da Capitania dos Portos de SC, o superintendente de Turismo da Prefeitura Municipal de Florianópolis, entre outras autoridades, surge convite para outra reunião, com a mesma temática, desta vez com o igualmente competente Marco Ferraz, presidente da representação no Brasil da Cruise Lines International Association - CLIA-Abremar, sendo que este evento é assinado por representações tanto do governo municipal da capital quanto do estadual.

Excelente notícia e não só torcemos para que, com o perdão do trocadilho, o evento dê resultados contretos!

Desde que assumiu a presidência executiva da CLIA-Abremar, Marco Ferraz já esteve diversas vezes em Santa Catarina, algumas delas registradas aqui no blog.

Estamos à disposição - como nos últimos dez anos - para colaborar em ações eficazes para o reingresso sustentável, com segurança jurídica e de forma perene, de Florianópolis na rota dos cruzeiros marítimos.

Há diversas publicações de interesse e úteis aqui no blog a respeito do assunto, basta operar a ferramenta de busca ou conferir no histórico.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

CRUZEIROS MARÍTIMOS NO BRASIL SÃO TEMA DE TESE DE MESTRADO NA USP


Com o título "Cruzeiros Marítimos e Stakeholders: perspectivas de desenvolvimento da infraestrutura de cruzeiros no Brasil",  Wallace Bezerra Farias teve aprovada, em 12/09/2016, dissertação que apresentou à Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo, como parte dos requisitos para a obtenção do título de Mestre em Ciências pelo Programa de Pós-graduação em Turismo.

Integraram a Banca Examinadora a Profa. Dra. Elizabeth Kyoko Wada (Universidade Anhembi Morumbi), o Prof. Dr. Antonio Carlos Sarti (Universidade de São Paulo, EACH-USP) e a Profa. Dra. Debora Cordeiro Braga (Universidade de São Paulo, ECA-USP).


Exemplo de roteiro realizado no Brasil


O resumo já demonstra a qualidade, importância e atualidade da obra:

"Com o desenvolvimento do mercado nacional de cruzeiros marítimos, a partir dos anos 2000, o número de cruzeiristas passou a crescer ano a ano até o final da primeira década. Entretanto, esse mercado tem declinado nos últimos anos, tendo a infraestrutura de cruzeiros como um dos fatores que justificam essa queda. Em contrapartida, neste mesmo período, o Brasil se destacou pelos investimentos na área de infraestrutura, dentre elas a estrutura dos portos brasileiros. A falta de estudos sobre o tema dos cruzeiros marítimos e a baixa expectativa sobre o desenvolvimento do setor, criaram um cenário de incertezas e controvérsias sobre o desenvolvimento de sua infraestrutura para os próximos anos. Neste contexto, o estudo visou analisar quais as perspectivas de desenvolvimento da infraestrutura de cruzeiros marítimos no Brasil, baseando-se na investigação suas características, na participação dos stakeholders- chave – indicadores de poder, influência e interesse – e na discussão de estratégias para o seu desenvolvimento. Esta pesquisa caracteriza-se como qualitativo de natureza descritiva e exploratória, baseando-se na revisão de literatura e na investigação documental. Utilizou-se a entrevista semiestruturada e a amostragem snowball como técnica de coleta de dados. A análise e tratamento dos dados tiveram como princípios a triangulação de dados e a análise de stakeholders. Identificaram-se como stakeholders-chave no processo de desenvolvimento da infraestrutura de cruzeiros brasileira: as armadoras (companhias) de cruzeiros, os investidores privados, a Secretaria de Portos, o Ministério do Turismo e as associações CLIA- Abremar e Brasilcruise. A burocracia e a legislação brasileira apresentam-se como elementos que impedem o desenvolvimento da infraestrutura de cruzeiros, devido à grande variedade de stakeholders envolvidos, em diferentes esferas e competências de atuação, tornando o setor uma estrutura organizacional complexa, lenta e burocrática, revertida em elevados custos operacionais e em grandes barreiras na retomada do crescimento do setor. O segmento de cruzeiros, por sua vez, exige que todas as ações sejam feitas em conjunto e de maneira articulada com os interesses dos stakeholders envolvidos. Apesar disso, apresentam- se expectativas positivas diante da chegada de novos navios ao mercado brasileiro, a partir de 2020, enquanto o seu atual declínio encontra-se principalmente baseado na baixa competitividade do país em relação aos novos destinos emergentes, como Austrália, Nova Zelândia, Cuba e China. Por fim, concluiu-se que a atividade tem nas parceiras parcerias público-privadas um caminho promissor, necessitando de ações integradas entre armadoras, investidores privados, associações e o poder público para o seu pleno desenvolvimento.".

domingo, 19 de maio de 2013

Porto Belo marcou presença na Seatrade Latin America 2013, em Valparaíso, no Chile!


Na foto da esquerda pra direita, Cláudia Maria Combothanassis, representante no Brasil do SEATRADE Events, Victor Toniolo, da Diretoria de Destinos e Produtos da EMBRATUR, Antonio Carlos "Cacau" Lopes, Presidente da FUMTUR Porto Belo e Carlos Eduardo Bueno, Presidente da BRASILCRUISE no stand da Santur representando a Costa Verde e Mar.

Continue lendo em Porto Belo - Capital catarinense dos transatlânticos!

Notícias de Cruceros divulgou ao mundo "hispanoparlante" mais informações sobre a participação de Porto Belo na Seatrade Latin America, inclusive os vídeos abaixo: o primeiro, em inglês, promocional da cidade como destino de cruzeiros e, o outro, uma entrevista com o presidente da FUMTUR, nosso amigo "Cacau":


terça-feira, 12 de março de 2013

"Cruise Inc: Big Money on the High Seas", de Peter Greenberg. Assista ao mais completo documentário já produzido sobre a indústria de cruzeiros.


Balcão de atendimento de shore excursions do antigo receptivo da Marina Porto Veleiro, em Búzios, cujas instalações (obra civil e cais) encontram-se totalmente reformadas e já ampliadas em 100%.

No encontro anual do WTCC realizado em Florianópolis em 2009, identificando-me como Diretor da BRASILCRUISE para a Região Sul do Brasil, tive a oportunidade de questionar os participantes do painel de discussão "Changing Values", transmitido ao vivo para o mundo todo, sobre como estabelecer um relacionamento efetivo e garantir experiências legítimas quanto ao destino durante as escalas de cruzeiro, em que os passageiros permanecem por poucas horas em terra.

Deepak Ohri, CEO do Lebua Hotel & Resorts, com negócios na Tailândia e na Nova Zelândia que buscam implantar um novo conceito de hospedagem de luxo - www.lebua.com -, reconheceu que se trata mesmo de um grande desafio.

Porém, a resposta surpreendente veio do jonalista de viagens e turismo Peter Greenberg, mediador do debate, ao afirmar que, mesmo que os hoteleiros não gostem muito dos cruzeiros, têm que entender que as escalas são como "snacks", ou seja, uma maneira de ter um aperitivo do destino visitado. Logo imaginei aquelas meninas nos supermercados oferecendo aos clientes provinhas de um novo produto, realizando marketing direto ao consumidor.

Achando tais comentários extremamente precisos, fui pesquisar um pouco mais sobre seu autor e descobri que ele realizou para a CNBC o mais completo documentário já produzido sobre a indústria de cruzeiros: "Cruise Inc: Big Money on the High Seas". Ou seja, sem saber eu tinha diante de mim, naquela tarde memorável no - ironia! - resort Costão do Santinho, seguramente o maior especialista em cruzeiros fora desta indústria!

Em seu documentário, Greenberg pôde constatar que o lucro das armadoras não surge da venda de cruzeiros, pois elas precisam ter uma ocupação de 104% das cabines apenas para empatar as despesas. Ele descobriu que elas, na verdade, ganham dinheiro vendendo extras a bordo (bebidas, souvenires, SPA, internet, telefonia, cursos, jogos, cassino) e - boa notícia para os destinos! - principalmente excursões em terra (shore excurisons).

No site da CNBC existem trechos do documentário que podem ser assistidos on-line, gratuitamente. Um deles, sob o título "Ports of Call", tratando das escalas, traz na chamada uma declaração de Julio Galindo, Ministro do Turismo de Honduras, acerca do impacto na economia local por conta gastos em terra dos cruzeiristas: "Every time a ship comes in, it's like Christmas". A chamada para este trecho do documentário é esclarecedora: "It's the sweet sound of spending for local ports of call where passengers disembark to enjoy island tours, snorkeling and other excursions". Vale conferir como uma típica família americana, composta por um jovem casal e três filhos, gastou nas Bay Islands, em poucas horas, perto de US$2.500,00 em terra com compras, excursões, fotos e vídeos.
Clique na imagem para assistir o vídeo completo!

A propósito, o site de Greenberg, através do qual ele transmite para uma imensa audiência seu programa de rádio pela internet, é uma prova real do marketing em favor de Florianópolis decorrente da realização aqui do encontro anual do WTTC: fala ao mundo maravilhas sobre a nossa cidade, descrevendo-a como uma grata surpresa para quem achava, como ele, que o Brasil resumia-se ao Rio de Janeiro.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Governo da Paraíba viabiliza escalas de cruzeiros para Cabedelo através da Empresa Paraibana de Turismo - PBTur!

Nosso veho amigo Milton Sanches, diretor da BCR - Brazilian Cruises Representation

O presidente da Companhia Docas, Wilbur Jácome, explicou os detalhes das negociações com a BCR. “Estamos criando condições para inserir nosso porto na rota dos cruzeiros nacionais. Firmamos um compromisso com a BCR de não cobrar, num primeiro momento, as taxas de atracação e de implantar o terminal de passageiros. Nosso objetivo é o de facilitar as negociações futuras e diminuir a burocracia”, declarou.

O diretor da BCR, Milton Sanches, enfatizou que foi decisiva a parceria com o poder público para viabilizar a inserção de Cabedelo na rota do Louis Aura. “É a primeira vez que iniciamos um trabalho direto com representantes do poder público, pois estamos buscando resultados satisfatórios para os dois lados. Vejo boa vontade e decisão em fazer o melhor para atrair os cruzeiros para Cabedelo”, comentou.

Continue lendo no portal do Governo da Paraíba!

NOTA PESSOAL: Em 2009 convidamos o diretor da BCR, Milton Sanches, para a reunião do GT Náutico do MTur que fizemos realizar na ACIF. O resultado foi a conquista de uma escala-teste para São Francisco do Sul (SC), o que promoveu a reinserção da cidade histórica na rota dos cruzeiros marítimos! Clique na imagem abaixo e confira esta história:


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

São Francisco do Sul (SC) terá ainda menos escalas de cruzeiros nesta temporada, porém comércio segue faturando alto!!!

Foto de autoria de minha mãe, Arcélia Teixeira S. Thiago, enquanto pescava com meu pai, fundeados na Baía Babitonga ao largo do Centro Histórico de São Francisco do Sul (SC).

Se existe uma cidade que divide meu coração com Florianópolis é São Francisco do Sul, terra encantada onde cresci entre o casario histórico e as águas da Baía Babitonga.

Exatamente por isto lutei muito, com apoio fundamental e já anterior da Brasilcruise e de Milton Sanches, à época executivo da CVC Cruzeiros, para que  esta jóia encravada no litoral catarinense voltasse a receber escalas.

Houve mesmo um pedido do prefeito Zera, durante o Cruise Day Abremar 2010, apelando para nossos laços familiares e espirituais, no sentido de que eu me empenhasse ao máximo nesta faina a qual, a partir de um almoço em Brasília (DF) entre eu, Milton Sanches e Cadu Bueno (presidente da Brasilcruise), logrou êxito. 

O trabalho institucional por São Francisco do Sul é uma luta continuada.

Infelizmente veio a notícia de uma drástica queda no número de escalas na Babitonga, porém, felizmente, mesmo que em menor grau, a economia local continua a ser impactada pelos cruzeiros!

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Convention Bureau de Balneário Camboriú integra Grupo de Turismo Náutico de Santa Catarina!!!


O GT Náutico de SC teve sua criação fomentada pela BRASILCRUISE em parceria com a ACIF, em 12 de março de 2009, conforme ATA.

O objetivo da reunião que acontece toda a primeira segunda-feira de cada mês em municípios diferentes do setor é buscar ações para desenvolver e fomentar cada vez mais o Turismo Náutico de Santa Catarina.