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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Governo Federal avança sobre a propriedade privada em Florianópolis


O Governo Federal, através de método que vem recebendo duras críticas de renomados engenheiros, oceanógrafos, topógrafos e outros profissionais altamente especializados, avança sobre a propriedade privada, formalizando como "terreno de marinha" àreas que nunca tiveram e não tem tal enquadramento jurídico. São alodiais.

Trata-se de verdadeira grilagem oficial, ou expropriação, como queiram, travestida de estudo técnico, com o fim de "engordar" o patrimônio imobiliário da União, aumentar a areecadação com taxas, foros, laudêmios e exercer poder político sobre a orla.

Em breve, sairão notificações por edital comunicando a "boa nova", o que fere o direito de defesa, pois deve ser feita intimação pessoal. 

Seja como for, esta insanidade estatal (mais uma!) leva imensa intranquilidade a cerca de 30.000 famílias florianopolitanas que, agora, terão que gastar para provar que têm razão, contratando advogados e peritos na defesa do seu patrimônio.

Não se recomenda a defesa administrativa e sim, diretamente, o questionamento judicial da demarcação.

Procure um advogado especializado!

Mais informações:

ernesrosaothiago@hotmail.com

Matéria do jornal Notícias do Dia dá a dimensão do problema!




sexta-feira, 22 de maio de 2015

PESCA ARTESANAL PRECISA DE DECISÕES LOCAIS


Centralismo do Governo Federal, com decisões sendo tomadas em Brasília (DF) , há milhares de quilômetros da costa, sobre questões de conhecimento eminentemente local, só prejudicam os pescadores artesanais sem nenhum benefício gerar para a o meio ambiente.

Reportagem do Diário Catarinense traz esclarecedor depoimento: 

Na opinião de Seo Zequinha, 70 anos, pescador da Barra da Lagoa desde os 17, a proibição não faz sentido: 

— Fui junto com a comissão em Brasília e eles não sabiam nem o que era uma rede anilhada. Quem tá lá não entende nada de pesca artesanal. Meu barco tem 11 AB, e por causa de um AB não vou poder pescar. Eu e mais seis sem poder trabalhar, uma época que a gente espera o ano todo é a da tainha, que conseguimos recuperar um pouco do dinheiro que investimos — lamentou.