Encontro ABREMAR em SP: Ministro do Turismo e Indústria Mundial de Cruzeiros

Encontro ABREMAR em SP: Ministro do Turismo e Indústria Mundial de Cruzeiros
Pierfrancesco Vago (CEO mundial da MSC Cruzeiros), Valdir Walendowski (SANTUR), Coronel Luiz Flaviano Furtado (Coord. Turismo de SP), Ricardo Moesch (Diretor do MTur), Luiz Barreto (na época Ministro do Turismo), Ricardo Amaral (Presidente da Abremar), Adam Goldstein (CEO mundial Royal Caribbean), Roberto Fusaro (CEO MSC América Latina), Ernesto São Thiago (autor do blog), Renê Hermann (CEO Costa Cruzeiros América Latina), Alfredo Serrano (CEO Ibero Cruzeiros Espanha). Foto: A. Freire. Clique na imagem e leia a matéria.

sexta-feira, 9 de março de 2012

VENHAM VELEJAR CONOSCO EM FLORIPA COMO SE FAZ NO CARIBE!!! MEGA-CATAMARÃ COM TUDO INCLUÍDO!!! OPEN BAR + OPEN FOOD!!!

APÓS APRECIAREM AS IMAGENS, confiram todos os detalhes desta NOVIDADE e o VÍDEO ao final. Imenso sucesso no CARIBE que acaba de chegar a SANTA CATARINA!!!


RESERVAS:
Ernesto São Thiago
(48) 9949 9613
ernestosaothiago@hotmail.com

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Ernesto São Thiago
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ernestosaothiago@hotmail.com
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ernestosaothiago@hotmail.com
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Grupos fechados ou passageiros avulsos em grupos abertos. Comissionamos agentes em 10%.

Para avulsos, liguem consultando as datas de saída, que variam conforme a condição metereológica e a formação de grupos fechados.

Nosso passeio de catamaran se inicia na praia de Jurerê, em Florianópolis, às 10:30h, retornando às 16:30h (6 horas de passeio). 

Velejamos por cerca de 45 min atravessando a abrigada Baía Norte da Ilha de Santa Catarina em direção a uma península banhada por mar calmo no continente, para a primeira parada de banho, a Baía do Tinguá, no município de Governador Celso Ramos! 


Incluído no passeio, temos open bar (cerveja, caipirinha, sucos, refrigerantes...), tábua de frios (queijos, patês, salames...) e frutas frescas. Tudo servido a bordo da embarcacação!

Paramos para  almoço na Praia da Armação, onde é servido em restaurante típico local uma entrada (pastel de camarão) e, como prato principal, filé de peixe ao molho de camarão, acompanhado de arroz, pirão de caldo, fritas e salada.

Nosso preço para grupo fechado, durando 6h, para 25 PAX, é de R$3 mil, com TUDO INCLUÍDO: tripulação, diesel, bebidas, aperitivos e serviço de bordo com almoço, conforme descrito acima. 

Valores para PAX avulsos em grupos abertos, R$150/PAX e R$75/CHD (7 a 11 anos), também com TUDO INCLUÍDO.

Podemos negociar outros valores para: grupos menores; catering externo; outros itens diferenciados no cardápio; outros roteiros a combinar; deslocamento para passeios especiais em outras cidades (com pernoite a bordo ou em meios de hospedagem parceiros); para festas e eventos (na posição ancorada - sem navegar - comporta até 40 PAX).

A embarcação, devidamente licenciada para TURISMO NÁUTICO, mede 44 pés (13,50 de comprimento por 7,5m de largura, totalizando mais de 100m2 de PURA VIDA), sendo bastante larga e estável, contando com equipamentos flutuantes de lazer náutico (espaguetes, bóias...), banheiro, 4 cabines para casal, o que permite levar crianças com todo o conforto e segurança.

Comandante fluente em português, inglês, espanhol, podendo se comunicar também em francês e italiano, com 20 anos de experiência operando turismo náutico no Caribe (St. Marteen) e EUA (San Diego), sendo ex-tripulante da Disney Cruise Line, sinônimo de alto padrão de qualidade no atendimento!!!

Sejam bem vindos a bordo e bom passeio a todos!

RESERVAS:
Ernesto São Thiago
(48) 9949 9613
ernestosaothiago@hotmail.com
Passeio charter em Jurerê from Alexandre Lima Roma on Vimeo.

RESERVAS:
Ernesto São Thiago
(48) 9949 9613
ernestosaothiago@hotmail.com

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Estabelecimentos comerciais da orla poeriam ter espaço na faixa de areia reservado para seus clientes. Basta o CNTur disciplinar o uso e a União cedê-lo. Há legislação específica.


Praia em Fano, na Itália, perfeitamente organizada pela iniciativa privada
Conforme estabelece a lei, "o espaço físico em águas públicas", entre elas "os mares" (patrimônio da União conforme o art. 20, VI, da Constituição da República), está elencado no Código Civil entre os "bens de uso comum do povo" e nem por isto está impedido de ser objeto de cessão de uso. Muito pelo contrário, esta hipótese, entre outras, está explicitamente prevista no art. 19, §2º da Lei 9.636/98, que dispõe "sobre a regularização, administração, aforamento e alienação de bens imóveis de domínio da União". A mesma norma diz que "outros bens de domínio da União, insusceptíveis de transferência de direitos reais a terceiros, poderão ser objeto de cessão de uso, nos termos deste artigo, observadas as prescrições legais vigentes".
As cessões de uso de águas públicas da União, estas, repita-se, bens de uso comum do povo, ocorrem para permitir atividades econômicas no mar, que vão da maricultura à exploração do petróleo, passando por marinas e portos.
Por quê a União não cede o uso de determinadas áreas na faixa de areia para empreendimentos turísticos, encerrando esta discussão improdutiva? As praias são bens de uso comum do povo tanto quanto o mar...
Se a questão é que nas praias está "assegurado, sempre, livre e franco acesso a elas e ao mar, em qualquer direção e sentido" (Lei 7.661/88, art. 10), leia-se até o fim e se verá que tal franquia de acesso, porém, não é absoluta, pois estão ressalvados os trechos "incluídos em áreas protegidas por legislação específica" .
Um exemplo de "legislação específica" é a pouco conhecida Lei 6.513/77, em pleno vigor, que dispõe sobre "a criação de Áreas Especiais e de Locais de Interesse Turístico". De fato, ela define que são "Locais de Interesse Turístico" os "trechos do território nacional, compreendidos ou não em Áreas especiais, destinados por sua adequação ao desenvolvimento de atividades turísticas." (art. 4º). Serão instituídos "por resolução do CNTur" que indicará "as normas gerais de uso e ocupação do Local, destinadas a preservar aqueles aspectos e características, a com eles harmonizar as edificações e construções, e a propiciar a ocupação e o uso do Local de forma com eles compatível".
Não falta lei para encerrar esta polêmica. Falta é conhecimento das existentes.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

TRABALHE A BORDO DOS CRUZEIROS!!!


Companhia de cruzeiros seleciona profissionais em Santa Catarina para trabalho a bordo
São 200 vagas para vários navios do mundo


Uma das principais empresas de cruzeiros marítimos do mundo, dá continuidade a seu processo de seleção e irá realizar um processo seletivo em Florianópolis – Santa Catarina em Setembro de 2011. São cerca de 200 vagas para início imediato e atuação em vários navios da companhia, espalhados pelo mundo.

Os pré-requisitos obrigatórios para as vagas são: idade mínima de 21 anos, experiência na aérea desejada, habilidade no atendimento ao hóspedes com foco na excelência, dinamismo, inglês intermediário à avançado e disponibilidade para trabalhar embarcado por pelo menos 7 meses;

Os interessados devem enviar currículo em inglês (word ou pdf) com o assunto “Seleção FLN – trabalho a bordo” para: ernestosaothiago@hotmail.com. Os currículos que não estiverem em inglês ou não cumprirem os pré-requisitos serão desconsiderados. Os candidatos selecionados para entrevista receberão um email informativo com data, local e horário da entrevista.

Os principais cargos oferecidos são:

- Auxiliar de limpeza Geral (exp em Hotéis)
- Auxiliar de limpeza de Piscina (exp em Clubes)
- Auxiliar de limpeza de Restaurante
- Atendente de Cafeteria
- Barista
- Bartender (Bar Man)
- Atendente de quarto (Room Service)
- Camareiro(a)
- Garçom (Restaurantes, Hotéis e Resorts)
- Cozinheiros
- Recreador Infantil (necessário Ensino Superior Completo)
- Recreador de adultos
- Recepcionistas (inglês fluente e outros idiomas)
- Técnicos de Som e Luz
- Enfermeiros e Médicos

Entre outros cargos relacionados ao setor de Cruzeiros Marítimos

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Qual será nosso charme atracando navios?



Por Rosane Porto – Jornalista e Professora

A última temporada de Verão foi rentável para a Argentina, conforme dados amplamente divulgados pela mídia especializada. O vai e vem do turismo interno e externo fez o país contabilizar, somente com cruzeiros marítimos, a chegada de 135 navios de bandeiras diversas a Buenos Aires, fazendo aportar cerca de 400 mil turistas, um recorde conforme as contas oficiais. De olho nos números, há tempo os argentinos vêm tratando de atrair investidores e, assim, em março, ao final da última temporada de Verão, a presidenta da Argentina Cristina Kirchner cortou a fita do terminal de cruzeiros Quinquela Martín, de Buenos Aires, uma obra em que disseram terem sido investidos cerca de 900 milhões de dólares, mas a cargo da concessionária privada composta pela Dubai Port World (55%), Mitsubi (5%) e o grupo financeiro Life (40%).

Os argentinos apregoam que este é o maior e mais moderno terminal da América do Sul. Pelas contas e descrição do ambiente devem ter razão: a capacidade de recepção passa de 120 mil para 600 mil passageiros/temporada. O cais foi ampliado, o edifício do terminal agora tem dois andares, conta com sala de espera para duas mil pessoas, sistema de ar condicionado central e música ambiente. Além disso, há dois setores de check-in, onde trabalham mais de 100 pessoas, e depósito capaz de abrigar mais de 12 mil malas. 
O primeiro piso do complexo tem lugar para escritórios da alfândega, Interpol, dezenas de guichês de triagem, além de 20 postos para atendimento da imigração. Inúmeras lojas e cafés estão situados no piso térreo e na doca externa, o serviço de táxi promete ser farto. Tudo isso para superar uma renda que na última temporada somou 100 milhões de dólares. 

Quem já esteve em Buenos Aires, por ar, mar ou terra, sabe que a cidade tem no patrimônio histórico-cultural a sua maior riqueza. Nunca fui de navio a Buenos Aires, mas já estive diversas vezes na cidade por ar e terra. Devo confessar: não me canso de ir até lá e cada vez que vou descubro um pedacinho novo da cidade, para além do circuito Calle Florida-Plaza de Mayo-Recoleta- San Telmo. Ainda não aprendi a dançar tango, mas gosto de ver aquela metrópole crescer com o turismo que aprendeu a produzir e brasileiros estão por lá assando o melhor churrasco de Puerto Madero. E a produção turística não se restringe à capital federal, porque em outras cidades o turismo também é levado a sério, como em San Carlos de Bariloche, Mar del Plata e Carlos Paz (Córdoba). Aliás, uma produção com investimentos privados, já que o dinheiro público si fué hace tiempo, após sucessivas crises financeiras, notadamente no setor agrícola, somados a pacotes econômicos que fizeram a Argentina perder posições no cenário sul-americano. 

Longe de comparações – entre Buenos Aires e Florianópolis -, fico a perguntar qual será nosso charme? E ainda: Por que por lá os investimentos financiam obras como o de Quinquela Martín e por aqui ficamos a ver navios pelas fotos dos jornais e websites? Para além da promessa positivista do aterra e constrói e que, de carona resolva as questões sociais, apenas pergunto após viver nesta região por mais de 20 anos: Temos charme? Acho que sim, e de sobra, e não foi à toa que milhares de “estrangeiros”, como eu, vieram parar aqui e decidiram aportar de vez, nem tanto ao desterro, mas porque Florianópolis inspirava confiança e exalava um aroma diferente, às vezes nem tão acolhedor, por causa do danado do vento Sul, frio, arrebatador, mas que sempre trazia cardumes fartos de peixes frescos a preços módicos. 

O que nos falta, então para bater o recorde argentino? Já que temos terra, vasto mar, ar puro, um vento doido a “marolar” e que traz peixe fresco para ser cozido à moda da casa – com pirão de feijão, coisa que aprendi a comer aqui –, além da vontade imensa de fazer parte do mundo – mesmo desterrados -, um terminal marítimo não seria demais. Continuaríamos a ser os mesmos: alegres amantes do vento sul e de certas lendas que nos fazem achar que vivemos para além do bem e do mal, porque nosso charme é esse mesmo, o de ser cidade-ponte, entre o mar e o continente, entre o real e o imaginário de que falavam Franklin Cascaes, Mayer Filho e Eli Heil.

Quando o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, juntou-se com o governador do Rio, Sergio Cabral, e à Presidenta, Dilma Rousseff, pra inaugurar o teleférico do Complexo do Alemão na semana passada, achei ridículo à primeira vista. Como carioca sei como funciona o non sense por lá. Mas depois pensei, olhando o trânsito de Floripa na Via Expressa: “Bem que podia haver uma linha teleférica Kobrasol-Morro da Cruz e eu iria compor canções no trajeto em torno de 20 minutos”. E algum dia sentir-me-ia um Caetano a cantar que alguma coisa acontece ao cruzar a Baía Sul ou imitaria Antonio Carlos Jobim a dizer que algo sobre a “ponte aérea” entre Continente- Ilha. Por isso disse aqui neste espaço que políticas de turismo não podem estar apartadas de políticas sociais. Afinal de contas, cada um de nós aqui neste espaço quer muito mais que o contato com estrangeiros, de dentro e fora do país.


Sou e continuo carioca, mas tenho fé na cidade em que a família de meu pai nasceu. Por isso e por tantos outros motivos, sinto-me parte da região, parte de um plano que faça os daqui e os de lá sentirem-se em casa. Por isso postei pela primeira vez neste grupo algumas questões simples que aludiam ao transporte coletivo, segurança educação. Não há curso à distância, fast trainning ou o que quer que seja que nos faça ingressar numa outra era para Florianópolis e região, a não ser os investimentos conjuntos. Nós – que aqui estamos e por vós esperamos – entramos com a cultura, aquela disposta a ser compartilhada. Os investidores entram com a grana, porque dela vão tirar seu lucro. Os organismos públicos que tratem de harmonizar esta relação, como um bom vinho que combine com tainha grelhada ou escalada. 

Enquanto isso, Salvador, Vitória e Paranaguá apressam seus planos, além do Rio de Janeiro – minha cidade – com o Terminal Marítimo Mauá, que sempre em concorrência com Valparaíso (Chile) e Buenos Aires, acaba levando as melhores avaliações dos organismos especializados. Na última temporada, Mauá recebeu cerca de 800 mil visitantes e bateu o recorde de 35 mil turistas em apenas um dia. Por isso, trabalha para abraçar 3 milhões de passageiros por temporada até 2016. E Florianópolis, aliás São José, Palhoça e Biguaçu, donos de parte do litoral atlântico catarinense, que faremos nós?

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Palestras sobre cruzeiros marítimos no Conselho de Turismo da CNC

Clique na imagem para ampliar

Novo Xiangyun Island International Cruise Terminal, no Mar de Bohai, China



Heller Manus Arquitetos, deSão Francisco, Califórnia (EUA), venceu recentemente um concurso para a concepção do novo Xiangyun Island International Cruise Terminal, no Mar de Bohai, 240 Km a leste de Pequim, costa do Nordeste da China.

Leia mais (em inglês) clicando na imagem.

sábado, 11 de junho de 2011

Sergio da Costa Ramos remando junto...

  • Sérgio da Costa Ramos



    Velho filme

    Enquanto o secretário de Turismo, Cesar Souza Junior, prometia projeto, recursos e ânimo para conseguir as licenças ambientais, visando à construção de um terminal de cruzeiros marítimos em Canasvieiras, um lobby de associações hoteleiras reunia-se com as ONGs de sempre para bombardear a iniciativa.

    Enquanto Itajaí e Porto Belo já se habilitaram com os equipamentos adequados e disputam um mercado anual de R$ 1,3 bilhão, Floripa mais uma vez parece se entregar ao obscurantismo do “nada pode”.

    E o pior: com o bizarro apoio de hotéis da melhor estirpe.

    Boia para todos

    É o contrário do que existe em países civilizados. Enquanto, na maior nação costeira do mundo – o Brasil –, os hotéis e resorts querem afundar os navios de turismo marítimo, a Royal Caribbean e o “trade” hoteleiro de Orlando celebram um pacote complementar, a que deram o nome de “Mais do que um Cruzeiro”. Combina o melhor do turismo em terra e no mar para oferecer aos viajantes. Funciona assim: os transatlânticos mostram as estâncias turísticas no relance de uma viagem, vinculando o próximo passeio a uma estada num dos hotéis do local visitado.

    Transatlanticos e hotéis, lá em cima, são aliados e estão no mesmo barco.

    Fonte: Diario Catarinense (clique na imagem para acessar)