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terça-feira, 30 de junho de 2015

Potencial náutico de SC é notícia na Europa


Na imagem, um dos destaques do projeto original da construtora Hantei para a Ponta fo Coral, em Florianópolis: a marina flutuante para 300 barcos. 

Empreendimentos como este precisam receber todo o apoio possível da sociedade e do Governo, para que Santa Catarina supra o deficit de 500 vagas náuticas da região metropolitana da capital, número estimado pela Acobar, entidade que congrega a indústria náutica no Brasil.

Eis a notícia sobre o potencial náutico catarinense - lazer e indústria - publicada hoje na Europa, que menciona também a Acatmar, entidade associativa empresarial que representa a cadeia produtiva náutica de SC:

European Boating Industry gives a keynote speech at FIMAR seminar in Brazil

On 4 June 2015, Mirna Cieniewicz, Secretary General of European Boating Industry, gave a keynote presentation about the boating industry in Europe at FIMAR, the International Sea Fair for Technology, Innovation and Design, first ever Italian-Brazilian B2B fair which took place in Florianopolis, Santa Catarina State (Brazil).
Leia mais:

http://europeanboatingindustry.eu/newslettercurrent#A_2

domingo, 7 de junho de 2015

FIMAR colocou Florianópolis em novo patamar


Tomo emprestada nota publicada pelo jornalista Rafael Martini em sua coluna Visor no Diário Catarinense (blog e versão impressa), para iniciar a descrição da Fimar:

"A Primeira Feira Internacional de Tecnologia, Inovação e Design do Mar Itália – Brasil (Fimar), que acontece no Centrosul, em Florianópolis, é o resultado de quatro anos de intercâmbio comercial entre o Estado e o setor industrial náutico italiano liderado pelo 'embaixador' de Santa Catarina na Itália, Domênico Calábria, diretor da Brazil Planet, que organiza o evento. Mimmo Calábria, como é conhecido, é um incansável defensor de Santa Catarina e trabalha para ampliar cada vez maisa as relações entre os dois países".

A Revista Náutica deu mais detalhes:

 voltada para empresas que lidam com o fornecimento para a indústria da construção naval: uma ocasião para profissionais brasileiros encontrarem o melhor da tecnologia e design italiano, dedicado à indústria naval e náutica, em termos de componentes, mecânica, motores e sistemas de propulsão, eletrônica e automação, matérias-primas, mão de obra para terceiros, planejamento e design, equipamentos de vela, serviços, turismo náutico e pesca esportiva e profissional.

"A feira inclui as rodadas de negócios, eventos de curta duração, desenvolvidos por meio de reuniões de negócios entre empresários que demandam e ofertam produtos e serviços, estimulando parcerias e despertando o interesse comercial comum por meio do intercâmbio entre as empresas. O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE/SC é o responsável pelas rodadas de negócios da Fimar".

Porém, houve ainda mais do que isto (que não é pouco!).

Matéria do jornalista Rafael Thomé no Notícias do Dia trouxe que um dos pontos altos da feira seria o seminário "A indústria e a cadeia produtiva do setor náutico na visão do European Boating Industry", ministrado por Mirna Cieniewicz, secretária-geral da instituição, "considerada a maior autoridade do setor na Europa".


A Revista Portuária informa sobre os demais seminários ocorridos:

"Pesca Industrial e Esportiva e Maricultura", com o propósito de debater questões relacionadas à pesca no Brasil e na Itália. Entre os palestrantes, o vice-presidente da Federpesca, Luigi Giannini, o pesquisador da Epagri/CEDAP, Alex Alves do Santos, e o representante da Anep, Marcelo Claro.


"Tendências globais do Turismo Náutico – Projeto Cambusa", com a Assonautica Italiana prestando informações sobre o Projeto Cambusa, que consiste na promoção e divulgação de produtos locais, como vinhos e doces, típicos de determinados territórios italianos. Entre outros palestrantes, o presidente da Assonáutica, Alfredo Malcarne, e o secretário-geral da entidade, Matteo Dusconi.


Visitei a movimentada feira e participei de todos os seminários náuticos, de enorme qualidade técnica, adquirindo muitos conhecimentos novos e realizando poderoso "upgrade" no network em minhas atividades como advogado atuante em Direito da Orla e consultor em desenvolvimento náutico.

Era evidente o otimismo dos empresários italianos em relação às perspectivas de crescimento do mercado náutico brasileiro, consumindo componentes e tecnologia produzidos na Itália, desde que promovamos a necessária expansão em nossa precária infraestrutura de apoio náutico, ponto em que estão dispostos a colaborar também.

Finalmente, registro a profunda admiração manifestada pelos líderes italianos presentes ao trabalho da ACATMAR, entidade náutica catarinense que tem à testa o empresário e jornalista Leandro "Mané" Ferrari, proprietário de marina e de loja náutica e produtor e apresentador do programa "Mundo Mar", presidindo também o GT Náutico de SC.

Mas, acima de todo o êxito possível desta primeira Fimar em Florianópolis, ficou a certeza de que está inaugurada uma nova fase no desenvolvimento náutico da cidade, a partir dos acordos bilaterais firmados durante o evento.

Que nossos administradores públicos estejam à altura da oportunidade oferecida, saindo do discurso fácil e provendo o ambiente de negócios ideal para que a iniciativa privada possa fazer seu trabalho, com menos burocracia e mais segurança jurídica.

A Mané Ferrari e Domenico Calabria, meus mais efusivos cumprimentos. Foi um evento transformacional para a cidade e para todos os que nele tiveram a felicidade de estar: negociando, aprendendo e agregando novos contatos.


Moacir Pereira: "Italianos espantados: a Ilha de SC de costas para o mar"


Informa o jornalista Moacir Pereira em seu blog no portal do Diário Catarinense (a nota consta também da coluna na edição impressa), que "mpresários italianos, em Florianópolis pela primeira vez,  que vieram para a Feira Internacional de Tecnologia e Inovação Brasil-Itália "ficaram deslumbrados com as duas baias", porém, "espantados no Centrosul, onde se realiza a Fimar, indagaram por que ali não havia uma bela marina". 

Os interlocutores, relata, Moa, "disseram que as barreiras estão na legislação e nos órgãos federais de controle ambiental".

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