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segunda-feira, 10 de abril de 2017

IMPÉRIO RECONHECIA IMPORTÂNCIA DE CONCEDER AFORAMENTO DOS TERRENOS DE MARINHA PARA INCREMENTAR A ARRECADAÇÃO ATRAVÉS DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DA ORLA

O Decreto nº 4105, de 22 de fevereiro de 1868, "regula a concessão dos terrenos de marinha, dos reservados nas margens dos rios e dos acrescidos natural ou artificialmente". Vai assinado pelo senador do Império Zacarias de Góes e Vasconcellos, presidente do Conselho de Ministros e rubricada pelo imperador Dom Pedro II.   

Em seus considerandos, a norma imperial observa, com muita propriedade, “o quanto é importante semelhante concessão (de terrenos de marinha), a qual, além de conferir direitos de propriedade aos concessionarios, torna os ditos terrenos produtivos e favorece, com o aumento das povoações, o das rendas publicas” e firma o objetivo de atender “à necessidade de regular a forma da mesma concessão no interesse, não só do dominio nacional e privado, como no da defesa militar, alinhamento e regularidade dos cais e edificações, servidão publica, navegação e bom estado dos portos, rios navegaveis e seus braços”.

Muito diferente dos tempos atuais, em que, de forma totalmente equivocada, legislações municipais retiram totalmente a viabilidade construtiva de imóveis caracterizados como "terrenos de marinha", estejam ou não em área naturalmente sujeita a restrições ambientais.
Cumpre destacar no decreto imperial (art. 1º, §1º) o requisito da navegabilidade dos rios para caracterização de "terreno de marinha" em suas margens:

"São terrenos de marinha todos os que banhados pelas aguas do mar ou dos rios navegaveis vão até a distancia de 15 braças craveiras (33 metros) para a parte de terra, contadas desde o ponto a que chega o preamar médio.".   Para ser caracterizado como terreno de marinha, o decreto em referência estabelece (art. 1º, § 4º) precisar estar a respectiva área em ponto do rio ao "alcance das marés", estabelecendo critérios para tal identificação.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Torre icônica na orla com 54 andares e 194 apartamentos de luxo ao lado de secular patrimônio histórico. Na Suécia pode.


Turning Torso, segundo a Wikipédia, é um arranha-céus localizado na cidade de Malmö, na Suécia, no lado sueco do estreito de Öresund. Foi desenhado pelo famoso arquiteto Santiago Calatrava com base em uma de suas esculturas, chamada "Twisting Torso".

A torre tem uma altura de 190 m e 54 andares. Após sua conclusão ganhou o título de "edifício mais alto da Escandinávia", sendo o segundo maior edifício residencial da Europa, atrás apenas do Triumph-Palace em Moscou com 264 m de altura.

A estrutura do prédio apresenta nove grandes cubos em angulação progressiva, que abrigam 149 apartamentos de luxo.

Confiram imagens do empreendimento vistas por diversos ângulos!


           

    


 



segunda-feira, 5 de novembro de 2012