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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Novas linhas aquaviárias no Rio podem economizar R$11,2 bi


Matéria do Rio Negócios fez-nos refletir sobre a mobilidade urbana na Grande Florianópolis ao informar que estudo divulgado pelo Sistema Firjan apontou 14 novas ligações hidroviárias viáveis na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. As linhas – nos eixos da Baía de Guanabara e da Barra da Tijuca – têm potencial para absorver 272,4 mil viagens de passageiros por dia e para retirar 100,9 mil veículos das ruas. Isso representa redução potencial de 84,1 km na extensão diária dos congestionamentos e diminuição de R$ 11,2 bilhões no custo anual causado pelo tempo perdido no trânsito, em especial durante a distribuição de cargas e pela perda de produtividade dos trabalhadores.

Saiba mais: 

sábado, 25 de julho de 2015

Australianos querem transporte marítimo de Floripa


Há alguns dias, através do Governo do Estado, soube do interesse dos australianos no promissor transporte marítimo de passageiros da Grande Florianópolis, no aguardo apenas de visão empresarial aliada a grande capacidade de investimento.

Apenas não divulguei antes porque me foi solicitado sigilo.

Como as peopostas devem ter avançado, o assunto foi tornado público.

Está na coluna do jornalista Moacir Pereira, no Diário Catarinense de hoje (25/07/2015).

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Vídeo sobre o sistema de transporte aquaviário do Recife (PE)


Confira vídeo sobre o sistema de transporte aquaviário do Recife (PE) - cuja ordem de serviço já foi assinada pelo governador Eduardo Campos - e outros em operação no Brasil.

NOTA PESSOAL: Em Santa Catarina, após chamada pública, estão sendo analisadas propostas de mobilidade urbana que contemplam o transporte aquaviário de passageiros integrado a outros modais..

sábado, 13 de abril de 2013

Imagens do tempo em que o Centro Histórico de Florianópolis era banhado pelo mar e, portanto, tinha vida náutica...

Em acervos pessoais ou espalhadas pela internet, há diversas fotos deste tempo em que a capital catarinense tinha a mentalidade marítima muito mais presente, valendo-se das nossas baías para seus deslocamentos diários entre bairros da Ilha de Santa Catarina e entre esta e o Continente, antes da ponte Hercílio Luz ou do advento do aterro da Baía Sul - este, obra planejada de forma insensível, que ceifou definitivamente parte fundamental do "ser ilhéu", apenas em parte resgatada com a iminente retomada do transporte marítimo regional.

Quando pensados com foco na dimensão humana, aterros são obras notáveis e aproximam ainda mais a comunidade e o mar. Mundo afora - e aqui mesmo em Florianópolis (já implantados ou em licenciamento) -, alguns acrescidos de marinha têm exatamente esta finalidade: levar o povo à borda d'água, instigando-o a valorizar a função também lúdica do espaço aquático e a com ele interagir:

Projeto de aterro sendo licenciado em Florianópolis no contexto de empreendimento turístico de uso misto

 No aterro da Baía Norte, junto ao "trapiche", o uso pela população é intenso.

 Calçadão do aterro da Baía Norte, após novo paisagismo, melhorou bastante.

Não foi o (o)caso do aterro da Baía Sul, inventado para uso do automóvel, criando um imenso vazio a título de "parque" entre o tecido urbano e a borda d'água, desviando-se do projeto original que, ao menos, contemplava prédios da burocracia pública e outros espaços e, assim, garantia gente por ele circulando:

Imagem publicada por Carlos Damião

Este plano original incluía "um shopping, onde haveria local exclusivo para o comércio" e "uma parte para escritórios, outra para residências de pessoas de baixa renda, para não gastar com transporte, e uma área reservada para um centro ecumênico" (clique na imagem acima e confira entrevista concedida pelo engenheiro e ex-governador Colombo Salles ao jornalista Carlos Damião).

O melhor teria sido que este masterplan original, que de todo modo evidentemente não foi executado, incluísse também unidades habitacionais para todas as classes, hotelaria, gastronomia, entretenimento e uma ampla marina pública em um grande canal entre o aterro - que aí seria "insular" - e o waterfront original, preservando o acesso aquaviário ao Centro Histórico.

Porém...


O aterro da Baía Sul, para ser de livre acesso público, transformou-se nisto, como registrou Carlos Damião

O triste "quadro" atual na imagem publicada em importante matéria do jornal Notícias do Dia

Há vários anos, o governo da prefeita Ângela Amin, através de concurso, tentou trazer o espelho d'água de volta mas, infelizmente, o projeto vencedor está até hoje na gaveta:


Rogo encarecidamente que me enviem fotos do Centro Histórico ainda sendo banhado pela Baía Sul, se possível com os devidos créditos de autoria e propriedade. O envio pode ser feito para meu endereço de email - ernestosaothiago@hotmail.com - ou através da minha página no Facebook: http://migre.me/dHOST

Serão todas postadas nesta publicação, a qual será imediatamente trazida ao topo do blog sempre que for atualizada com novas imagens.

Estas três abaixo foram postadas no Facebook pelo perfil Fotos Antigas da Grande Florianópolis:




Grato pela dica, Léa Mendes!

A foto abaixo, localizada no mesmo local da internet que as outras, foi dica da Vera Scherer:


terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Aquavia Gastronômica e Cultural da Lagoa da Conceição!!!


Diretor Geral da Regional Lagoa da ACIF, Gabriel Mazzolli Damiani convidou-me para expor a idéia de nossa entidade liderar a criação e implantação da "Aquavia Gastronômica e Cultural da Lagoa da Conceição" (nome provisório), contemplando a Costa, as Rendeiras e o Canal e, aapós produtivo debate, a idéia foi acatada pelo colegiado. Agora novas representações da coletividade serão envolvidas.

O projeto, ainda conceitual, contempla criar, em etapas, identidade da região como produto turístico náutico, gastronômico, cultural (saberes, fazeres, artesanato, folclore) e ambiental; marca própria forte; geração de emprego e renda; reordenamento da orla; criar e qualificar Estruturas de Apoio Náutico flutuantes para movimentação de passageiros e atracação de embarcações de esporte e recreio em mais pontos (Canto, Osni Ortiga, Rendeiras, Retiro, fundos da Praia Mole/Caribinho, Canal); qualificar a gastronomia e o atendimento; criar mais linhas de transporte aquaviário; com maior variedade de embarcações; facilitar o tráfego aquaviário com remoção de obstáculos; disponibilizar melhor a venda de artesanato na Costa e na Barra; melhorar a mobilidade urbana na região, com uso mais intensivo deste modal complementar integrado aos transportes rodoviário e cicloviário; acões voltadas à melhoria da balneabilidade; paisagismo urbano.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Leitor do Diário Catarinense viaja à Turquia e envia fotos sobre o transporte marítimo de passageiros de lá, lamentando sua falta aqui!




Leitor Alfredo Germano Caprio Serau, engenheiro civil e advogado em Florianópolis, mandou a seguinte carta, publicada no Diário Catarinense de hoje:

"Transporte marítimo  

"Tive a oportunidade de conhecer o transporte coletivo marítimo na Turquia nas cidades de Izmir e Istambul: são centenas de embarcações de médio porte que cruzam o Bósforo por todas as direções. O resultado é tão bom e prático que a única ponte lá existente fica ociosa a maior do parte do tempo.  Em Izmir, por exemplo, é disponibilizado à população, gratuitamente, transporte em barcos de casco duplo com capacidade para 500 pessoas sentadas ou 2 mil em pé. Em Istambul, as embarcações transportam número ainda maior, em barcos com dois andares.  E gratuitamente. Porque desta forma o poder público não gasta bilhões em túneis ou pontes. A população é transportada rapidamente e em grande escala. Imagine fazer o trajeto do Centro de Palhoça ao Ticen em 15 minutos – o que hoje leva uma hora e meia.  A população clama pela solução contra a imobilidade urbana da região metropolitana, a qual cerceia nossa capacidade de ir, vir, trabalhar. A integração marítima é exequível, barata e funcional. Afinal, o mar é de todos e as rotas são ilimitadas. É chegada a hora. "

domingo, 21 de outubro de 2012

Prestes a completar um ano, catamarã do transporte coletivo ajudou a potencializar turismo náutico em Porto Alegre!!!

Quando em rota marítima para Alcântara, Maranhão, 
equipamento semelhante ao da foto foi testado em Florianópolis

Segundo a pesquisa, realizada com 200 pessoas, 75% delas utilizam a embarcação para turismo, somente 17,5% a preferem pela rapidez e conforto. E 50% dos visitantes viajam até Guaíba simplesmente para utilizar a catamarã. Uma pequena porcentagem de 17% faz a viagem com o intuito de rever parentes e amigos.