A piscicultura marinha é um dos temas abordados na obra "O BRASIL E O MAR NO SÉCULO XXI - RELATÓRIO AOS TOMADORES DE DECISÃO DO PAÍS", que vem sendo atualizada pelo CEMBRA - Centro de Estudos de Excelência para o Mar Brasileiro,
entidade coordenada pela Marinha do Brasil e integrada por universidades
e renomados especialistas.
Esforço de pesquisa que levou aos pescadores artesanais a oportunidade de gerar renda através da produção de ostras e mariscos, está agora se repetindo em relação à piscicultura marinha e terá êxito especialmente se os trabalhadores do mar organizarem-se em cooperativas.
Trecho:
A produção de beijupirá em tanques-rede instalados em áreas protegidas e próximas à costa vem se desenvolvendo gradativamente nos litorais norte de São Paulo e sul do Rio de Janeiro. Dois pequenos laboratórios privados de produção de alevinos atendem à demanda dos produtores daquela região. Estima-se que oito fazendas de pequeno e médio porte estejam atualmente em operação, as quais produziram cerca de 50 toneladas de beijupirá em 2015. Para 2016, a estimativa é a de aumento considerável no volume produzido, pois, apesar de incipiente, essa produção vem sendo absorvida localmente com preço relativamente elevado, estabelecendo um mercado nobre para o beijupirá. Isso tem funcionado como uma importante alavanca para o desenvolvimento da atividade no sudeste do Brasil.
Também recentemente, a produção em pequena escala de alevinos da garoupa verdadeira (Epinephelus marginatus) - na imagem acima - em um laboratório privado em São Paulo e a obtenção de desovas em cativeiro, com a consequente produção de alevinos do robalo-flecha (Centropomus undecimalis ) e da carapeba listrada (Eugerres brasilianus) pela equipe do Laboratório de Piscicultura Marinha da UFSC, Florianópolis, SC, aumentam a gama de espécies disponíveis para a piscicultura marinha. Graças ao interesse cada vez maior na atividade, a expectativa é de que outras espécies do nosso litoral também venham a ser consideradas. A arabaiana ou olhete ( Seriola rivoliana ), o ariacó (Lutjanus synagris) e a cioba (Lutjanus analis), além das ornamentais (o cavalo marinho Hippocampus reidi e o neon goby Elacatinus figaro), são alguns dos peixes que vem sendo estudados.
Cuidado redobrado antes de assinar contratos envolvendo sistemas de compartilhamento de unidades hoteleiras combinados com intercâmbio de período de férias.
Não se deixe levar pelo impulso e consulte antes um advogado, dado o elevado montante dos valores envolvidos e o enorme número prestações contratadas, comprometendo durante muito tempo o orçamento familiar.
Em estratégia de marketing de impacto, consumidores são convidados de forma simpática, mas insistente, a participar de reuniões em troca de brindes como alimentação ou hospedagem mas, na verdade, embarcam em verdadeira armadilha psicológica.
Por força de sofisticadas estratégias de venda e até do consumo de bebidas alcoólicas, em clima de "celebração" a cada contrato assinado pelos demais presentes, há a indução a erro na assinatura de contratos que não informam a proporção de unidades destinadas ao sistema e oneram com pesadas multas a rescisão unilateral pelo consumidor.
É constante o descumprimento das obrigações assumidas, como o não fornecimento do serviço da maneira prometida ou contratada ou a cobrança abusiva de extras compulsórios, verdadeira venda casada.
Torna-se quase impossível reservar o hotel desejado e na data pretendida e, por vezes, as opções ofertadas em catálogo no momento da venda do plano sequer integram o sistema de intercâmbio.
Em razão da impossibilidade de resolução extrajudicial de tais conflitos ou da realização acordo em audiência de conciliação sem que o consumidor saia lesado, multiplicam-se decisões judiciais declarando rescindidos tais contratos, sem ônus para o consumidor e com devolução do que foi pago e não consumido, além de indenização por danos morais em certos casos.
Com
o título "Cruzeiros Marítimos e Stakeholders: perspectivas de
desenvolvimento da infraestrutura de cruzeiros no Brasil", Wallace
Bezerra Farias teve aprovada, em 12/09/2016, dissertação que apresentou
à Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade
de São Paulo, como parte dos requisitos para a obtenção do título de
Mestre em Ciências pelo Programa de Pós-graduação em Turismo.
Integraram
a Banca Examinadora a Profa. Dra. Elizabeth Kyoko Wada (Universidade
Anhembi Morumbi), o Prof. Dr. Antonio Carlos Sarti (Universidade de São
Paulo, EACH-USP) e a Profa. Dra. Debora Cordeiro Braga (Universidade de
São Paulo, ECA-USP).
Exemplo de roteiro realizado no Brasil
O resumo já demonstra a qualidade, importância e atualidade da obra:
"Com o desenvolvimento do mercado nacional de cruzeiros marítimos, a partir dos anos 2000, o número de cruzeiristas passou a crescer ano a ano até o final da primeira década. Entretanto, esse mercado tem declinado nos últimos anos, tendo a infraestrutura de cruzeiros como um dos fatores que justificam essa queda. Em contrapartida, neste mesmo período, o Brasil se destacou pelos investimentos na área de infraestrutura, dentre elas a estrutura dos portos brasileiros. A falta de estudos sobre o tema dos cruzeiros marítimos e a baixa expectativa sobre o desenvolvimento do setor, criaram um cenário de incertezas e controvérsias sobre o desenvolvimento de sua infraestrutura para os próximos anos. Neste contexto, o estudo visou analisar quais as perspectivas de desenvolvimento da infraestrutura de cruzeiros marítimos no Brasil, baseando-se na investigação suas características, na participação dos stakeholders- chave – indicadores de poder, influência e interesse – e na discussão de estratégias para o seu desenvolvimento. Esta pesquisa caracteriza-se como qualitativo de natureza descritiva e exploratória, baseando-se na revisão de literatura e na investigação documental. Utilizou-se a entrevista semiestruturada e a amostragem snowball como técnica de coleta de dados. A análise e tratamento dos dados tiveram como princípios a triangulação de dados e a análise de stakeholders. Identificaram-se como stakeholders-chave no processo de desenvolvimento da infraestrutura de cruzeiros brasileira: as armadoras (companhias) de cruzeiros, os investidores privados, a Secretaria de Portos, o Ministério do Turismo e as associações CLIA- Abremar e Brasilcruise. A burocracia e a legislação brasileira apresentam-se como elementos que impedem o desenvolvimento da infraestrutura de cruzeiros, devido à grande variedade de stakeholders envolvidos, em diferentes esferas e competências de atuação, tornando o setor uma estrutura organizacional complexa, lenta e burocrática, revertida em elevados custos operacionais e em grandes barreiras na retomada do crescimento do setor. O segmento de cruzeiros, por sua vez, exige que todas as ações sejam feitas em conjunto e de maneira articulada com os interesses dos stakeholders envolvidos. Apesar disso, apresentam- se expectativas positivas diante da chegada de novos navios ao mercado brasileiro, a partir de 2020, enquanto o seu atual declínio encontra-se principalmente baseado na baixa competitividade do país em relação aos novos destinos emergentes, como Austrália, Nova Zelândia, Cuba e China. Por fim, concluiu-se que a atividade tem nas parceiras parcerias público-privadas um caminho promissor, necessitando de ações integradas entre armadoras, investidores privados, associações e o poder público para o seu pleno desenvolvimento.".
O Programa Nacional de Rastreamento de Embarcações Pesqueiras por
Satélite-PREPS foi instituído e regulamentado por meio da Instrução
Normativa Interministerial n.º 2, de 04 de setembro de 2006 -Secretaria
Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República-SEAP/PR,
Ministério do Meio Ambiente-MMA e Marinha do Brasil.
Porém, em reunião do setor pesqueiro catarinense com o ministro da Agricultura
na última segunda-feira em Itajaí (SC), após questionamento que realizei sobre a finalidade do PREPS, o secretário Nacional da Pesca,
Davyson Franklin de Souza, que integrou a comitiva do ministro em
Itajaí, garantiu que o PREPS foi criado com fins de pesquisa e não de
fiscalização, de forma que a criminalização por decorrência da falta ou
não funcionamento do respectivo equipamento não tem fundamento jurídico.
Houve promessa do Ministério da Agricultura de manifestar-se
oficialmente e com urgência a respeito, o que deverá auxiliar na
absolvição de armadores e pescadores processados pelo MPF por crime
ambiental
Como minha atuação jurídica vai além de temas relacionados ao Direito da Orla, tenho sido questionado se "AÇÕES PARA REVISÃO DA CORREÇÃO DO FGTS ESTÃO VALENDO"
É consulta recorrente à qual tenho respondido que SIM.
Em resumo,
discute-se a possibilidade, ou não, de a TR ser substituída como índice
de correção monetária dos saldos das contas vinculadas ao FGTS por
índice mais favorável ao trabalhador.
O que houve foi que o Ministro
Relator, no REsp 1614874, conforme decisão publicada em 16/09/2016,
determinou "suspensão, em todo o território nacional, dos processos
pendentes que versem sobre a questão (...) ressalvadas as hipóteses de
autocomposição, tutela provisória, resolução parcial do mérito e coisa
julgada, de acordo com as circunstâncias de cada caso concreto, a
critério do juízo".
Até o momento, são mais de 43 mil processos com a tramitação suspensa.
A boa notícia é que, o MPF já deu parecer favorável, o que é um bom
indicativo de sucesso. De fato, opinou "pelo provimento da iniciativa,
definindo-se a atualização das contas vinculadas ao FGTS a partir dos
índices de inflação oficial divulgados pelo Governo".
A diferença a
favor do trabalhador pode ser bastante significativa em muitos casos
pois, quando foi criada, a TR aproximava-se do índice da inflação, mas, a
partir de 1999, passou a sofrer defasagem: em 2013 foi fixada em 0,
1910%, enquanto que o INPC e o IPCA-E foram, respectivamente, fixados em
5,56% e 5,84%, acumulando a TR, no mesmo período, perdas acumuladas de
48,3%, o que é inconstitucional.
Herdeiros de parentes falecidos e que tinham conta do FGTS têm legitimidade ativa para pedir a correção.
Um dos programas turísticos mais procurados na Jamaica é navegar em rústica jangada de bambu, tocada por nativos, desfrutando intimamente da natureza local e de experiências culturais ao longo do trajeto.
É de se espantar que até hoje Florianópolis, contando com excelentes rios navegáveis permeando mangues que esplendem a flora e a fauna nativas, até hoje não conte com passeio semelhante, aqui a bordo da nossa famosa canoa-de-um-pau-só.
Talvez o melhor local por aqui seja o Rio Ratones.
Em ação de desapropriação promovida pelo DEINFRA - Departamento Estadual de Infraestrutura, na Justiça Federal de Santa Catarina (Processo de nº , contra uma família de pescadores profissionais artesanais, por nós atualmente defendida, que há mais de sessenta anos reside e tem seus ranchos de pesca sob a cabeceira continental da Ponte Hercílio Luz, em Florianópolis, as partes entraram em acordo e o órgão estadual comprometeu-se a construir novos ranchos próximos aos atuais (mas fora da área de segurança da obra da ponte, que está sendo restaurada), e a entregá-los em condições de uso, e novas residências não muito distantes dos ranchos, em atenção ao território pesqueiro tradicional dos envolvidos.
O DEINFRA, para evitar eventuais embargos da obra dos ranchos pela Prefeitura, usou projeto arquitetônico por ela adotado como modelo de rancho de pesca, de autoria do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis - IPUF (detalhe na imagem).
Porém, no último dia 16/11, quando estavam praticamente
prontos, os ranchos simplesmente desabaram, sendo reerguidos, com reforços, alguns dias depois, mas deixando um mar de dúvidas quanto à segurança estrutural, o que gerou protestos nos autos tanto por parte dos pescadores quanto do Ministério Público Federal - MPF, que atua no processo.
Por tal razão, requeremos ao juiz da causa, pela família de pescadores, que determinasse ao DEINFRA "apresentação de laudo técnico, com ART, contendo alvará de construção, planta topográfica identificando os
ranchos e a respectiva área de manejo, memorial descritivo dos ranchos e
atestado técnico garantindo a segurança da obra quanto à sua estrutura e
instalações elétrica e hidráulica".
O desabamento foi noticiado pela imprensa:
A fim de dirimir tais dúvidas, o IBAMA, a pedido do MPF, analisou o projeto e foi taxativo quanto às falhas do rancho de pesca projetado pelo IPUF para servir de modelo em Florianópolis, expressando-se nos seguintes termos:
As colunas, que fazem a transferência da carga das treliças para as fundações têm ligações simples de forma que não podem serem consideradas como ligações rígidas. Nesta configuração, faz-se necessária a implantação de algum elemento estrutural que garanta o contraventamento da estrutura, especificamente, algum arranjo que impeça a rotação dos nós (ligações) superiores das colunas, que devido à baixa rigidez devem ser consideradas como rótulas (ligações sem restrição ao torque).
Na prática, a rigidez da estrutura aos esforços horizontais transversais acaba sendo conferida pelos elementos de vedação (paredes de madeira) nos pórticos frontais e anteriores do rancho, sendo que tais elementos (paredes) não devem ser considerados para fins de função estrutural. A estabilidade da estrutura deve ser garantida pelos elementos reticulados dos seus pórticos tipo.
O modelo definido no projeto arquitetônico é hipostático, em face da ausência de um elemento estrutural que impeça a rotação da ligação superior das colunas.
No caso em análise, o construtor após o evento de instabilidade relatado pelos pescadores, adicionou uma barra entre o topo das colunas e as barras inferiores das treliças da cobertura tornando a estrutura isostática:
No sentido longitudinal da estrutura não se verifica elementos de contraventamento entre os pórticos, de forma que a rigidez aos esforços horizontais no sentido longitudinal da estrutura acaba sendo conferida pelos elementos de vedação (paredes), o que não é recomendável. As ligações entre os elementos reticulados da estrutura dá-se preponderantemente através de pinos.
Na presente análise, expedita, não foi analisada a rigidez ou resistência das ligações, bem como a magnitude das ações previstas sobre a estrutura, de forma que tais informações devem ser objeto de avaliação pelo profissional responsável tecnicamente pela mesma, inclusive para justificar o modelo estrutural proposto.
A conclusão do IBAMA coincide com o requerimento que formulamos nos autos:
Desta forma, a sugestão que se faz ao Ministério Público Federal é que requisite do órgão responsável pela edificação a apresentação de laudo acompanhado de Anotação de Responsabilidade Técnica, por profissional habilitado, que ateste a segurança da estrutura e a qualidade dos materiais empregados.
Por esta entre outras razões, o MPF já avisou que irá recorrer contra decisão que, por entender cumprida pelo DEINFRA sua parte no acordo, fixou prazo exíguo (de 24h, alterado depois para 5 dias - após um pedido de reconsideração formulado pelos pescadores) para que a família, "sob pena de aplicação de pena de multa de R$ 10.000,00 e utilização da força policial", desocupe a área sob a ponte e transfira seus instrumentos de trabalho para os novos ranchos de pesca.
Ocorre que não há qualquer garantia de que no prazo fixado pelo juiz os ranchos estejam em plenas condições de uso, vale dizer, com estrutura segura, abastecidos por água e energia elétrica e com área de manejo em seu entorno liberada para uso da família.
Se tais condições não estiverem presentes ao fim do prazo fatal, é certo que os pescadores também irão recorrer na defesa do seu território pesqueiro e do regular e digno exercício das suas atividades profissionais.
Aquavia Gastronômica do Canal da Barra no planejamento da ACIF Lagoa
O Canal da Barra da Lagoa, em Florianópolis (SC) liga a Lagoa da Conceição ao Oceano Atlântico, desaguando na praia da Barra da Lagoa.
Ao longo do tempo suas margens foram sendo ocupadas, de forma regular e irregular, por casas de pescadores, ranchos de pesca, pequenos estaleiros, marinas, residências de alto padrão e restaurantes típicos de frutos do mar.
Agora estão sendo ajuizadas ações civis públicas, segundo o colunista Ricardinho Machado, com o objetivo de demolir os restaurantes, razão pela qual foi criado nas redes sociais o movimento #SalveCanalDaBarra, visando apoiar os mencionados estabelecimentos desta querida e singular Aquavia Gastronômica, para que sejam preservados inclusive quanto ao acesso náutico, buscando adequarem-se à legislação quando for o caso.
A Secretaria do Patrimônio da União, por exemplo, publicou no final de 2012 portaria que "estabelece normas e procedimentos para a instrução de processos visando à cessão de espaços físicos em águas públicas e fixa parâmetros para o cálculo do preço público devido, a título de retribuição à União". Trata-se da Portaria 404, já divulgada aqui no blog.
Neste sentido, a diretoria de Turismo da ACIF em um trabalho conjunto com a Regional ACIF Lagoa da Conceição, realizam nesta segunda-feira (04/03), 10h, reunião emergencial com o gerente distrital da Barra da Lagoa, Gilson Bittencourt, para entender melhor o problema e oferecer todo o apoio institucional possível, uma vez que a referida regional vem planejando a implantação da "Aquavia Gastronômica do Canal da Barra", no contexto de programa conjunto com o SEBRAE e a ABRASEL para estruturar as vias gastronômicas da cidade.
A convite do diretor regional da ACIF Lagoa da Conceição, Gabriel Damiani, participarei da reunião como diretor de turismo da ACIF e especialista em regulação da orla.
Confirmaram presença os vereadores Ed (presidente da Comissão de Turismo e Assuntos Internacionais da Câmara Municipal de Florianópolis) e Guilherme Botelho (2º Secretário da Mesa Diretora), ambos com significativa base eleitoral na Bacia da Lagoa da Conceição.
Ao longo da semana haverá outra reunião, maior, com todas as partes envolvidas e instituições ligadas ao licenciamento dos restaurantes e/ou seus equipamentos de apoio náutico (deques e trapiches). A ABRASEL que, assim como a ACIF, integra o Grupo Gestor do Turismo de Florianópolis, será convidada para esta reunião ampliada.
ATUALIZAÇÃO EM 05/03: amanhã, 06/03, reunião na ACIF Lagoa com todos os restaurantes do Canal da Barra mais restaurante Ponta das Caranhas e Bar do Boni. Presidente da ABRASEL, Fabio Queiroz, confirmou presença. Estarão novamente presentes os vereadores Ed e Botelho. Clipagem do dia:
ATUALIZAÇÃO EM 06/03: nesta sexta-feira, 08/03, reunião na ACIF Lagoa com todos os restaurantes do Canal da Barra e redondezas (Lagoa da Conceição e praia da Barra da Lagoa), mais ABRASEL, Câmara de Vereadores e autoridades vinculadas ao licenciamento dos estabelecimentos e suas estruturas de apoio náutico. Clipagem do dia:
ATUALIZAÇÃO EM 07/03: novas matérias ontem e hoje em vídeo e impressas sobre a questão e a reunião de amanhã. Clipagem do dia:
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ATUALIZAÇÃO EM 08/03: matérias de hoje em vídeo e impressas sobre a questão e a reunião desta tarde. Clipagem do dia:
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ATUALIZAÇÃO EM 10/03: clipagem do fim de semana:
Clique no texto acima e continue lendo no Notícias do Dia
Nesta segunda-feira (11/03), teremos reunião apenas com os advogados contratados pelos restaurantes e buscaremos espaço na agenda do juiz federal responsável pelas ações, no intuito de reunir os processos e solicitar a suspensão dos prazos, abrindo espaço, se possível, para a construção de um Termo de Ajuste Judicial Coletivo.
Confira ilustrativo vídeo promocional ambientado, em parte, no Canal da Barra da Lagoa (e notem a necessidade de ampliação da altura do vão da ponte que cobre sua entrada pela Lagoa):
Clique na imagem para assistir
ATUALIZAÇÃO EM 22/03: reuniões técnicas seguem acontecendo com vistas ao Termo de Ajuste Coletivo/Judicial a ser proposto pelos restaurantes à Floram. Temos também a perspectiva de visita técnica ao local por parte do Coordenador Nacional do Projeto Orla do Governo Federal, Reinaldo Redorat, integrante do GT Náutico do Ministério do Turismo. Quanto à estruturação da Aquavia Gastronômica, o setor competente da ACIF fará contato para agendar reunião de trabalho. Boas novas em breve!
Ontem foi lançado pela ong Floripamanhã o "Estudo Complementar para Implementação do Plano de Ordenamento Náutico do Município de Florianópolis", obra de fôlego coordenada pelo oceanógrafo Alexandre Mazzer. Trata-se de notável aprofundamento de trabalho anterior realizado pela ACIF em parceria com o IPUF e o Instituto de Marinas do Brasil.
Destaco os seguintes trechos à pag. 29 (grifos meus) que podem ser úteis à defesa dos restaurantes:
"No denominado 'Canal da Barra', tais estruturas (de apoio náutico) estão presentes ao longo de todo o litoral, sendo de difícil visualização pelo método empregado.
"Ocorre que há muita proximidade entre essas estruturas que, além de serem em grande quantidade, apresentam-se diversificadas quanto ao tipo, caracterizando todo a linha de costa daquele canal como antropizada. Destarte, sugere um tratamento diferenciado para esse ambiente, sendo ora denominado por Complexo de Estruturas Náuticas do Canal da Barra."
O jornal Notícias do Dia voltou ao assunto hoje com ampla matéria!
ATUALIZAÇÃO EM 21/08/2013:
Após haver encerrado o ciclo como Diretor de Turismo da ACIF, os estabelecimentos integrantes da Aquavia Gastronômica solicitaram-me permanecer coordenando o movimento, agora na qualidade de Relações Institucionais a seu serviço.
Estivemos na prefeitura para conferir andamento dos diversos pleitos, oficiados durante o "Prefeitura no Bairro" que houve na Barra da Lagoa há alguns dias. Todos planilhados e com encaminhamento às secretarias competentes! #organização
As ações da FLORAM seguiram seu curso na JUSTIÇA FEDERAL e até o momento as tentativas de acordo não tiveram êxito. Em um dos dos processos o MPF já apresentou alegações finais, concordando com o pedido de demolição e requerendo o julgamento imediato da lide.
Aquavia Gastronômica do Canal da Barra no planejamento da ACIF Lagoa
O Canal da Barra da Lagoa, em Florianópolis (SC) liga a Lagoa da Conceição ao Oceano Atlântico, desaguando na praia da Barra da Lagoa.
Ao longo do tempo suas margens foram sendo ocupadas, de forma regular e irregular, por casas de pescadores, ranchos de pesca, pequenos estaleiros, marinas, residências de alto padrão e restaurantes típicos de frutos do mar.
Agora estão sendo ajuizadas ações civis públicas, segundo o colunista Ricardinho Machado, com o objetivo de demolir os restaurantes, razão pela qual foi criado nas redes sociais o movimento #SalveCanalDaBarra, visando apoiar os mencionados estabelecimentos desta querida e singular Aquavia Gastronômica, para que sejam preservados inclusive quanto ao acesso náutico, buscando adequarem-se à legislação quando for o caso.
A Secretaria do Patrimônio da União, por exemplo, publicou no final de 2012 portaria que "estabelece normas e procedimentos para a instrução de processos visando à cessão de espaços físicos em águas públicas e fixa parâmetros para o cálculo do preço público devido, a título de retribuição à União". Trata-se da Portaria 404, já divulgada aqui no blog.
Neste sentido, a diretoria de Turismo da ACIF em um trabalho conjunto com a Regional ACIF Lagoa da Conceição, realizam nesta segunda-feira (04/03), 10h, reunião emergencial com o gerente distrital da Barra da Lagoa, Gilson Bittencourt, para entender melhor o problema e oferecer todo o apoio institucional possível, uma vez que a referida regional vem planejando a implantação da "Aquavia Gastronômica do Canal da Barra", no contexto de programa conjunto com o SEBRAE e a ABRASEL para estruturar as vias gastronômicas da cidade.
A convite do diretor regional da ACIF Lagoa da Conceição, Gabriel Damiani, participarei da reunião como diretor de turismo da ACIF e especialista em regulação da orla.
Confirmaram presença os vereadores Ed (presidente da Comissão de Turismo e Assuntos Internacionais da Câmara Municipal de Florianópolis) e Guilherme Botelho (2º Secretário da Mesa Diretora), ambos com significativa base eleitoral na Bacia da Lagoa da Conceição.
Ao longo da semana haverá outra reunião, maior, com todas as partes envolvidas e instituições ligadas ao licenciamento dos restaurantes e/ou seus equipamentos de apoio náutico (deques e trapiches). A ABRASEL que, assim como a ACIF, integra o Grupo Gestor do Turismo de Florianópolis, será convidada para esta reunião ampliada.
ATUALIZAÇÃO EM 05/03: amanhã, 06/03, reunião na ACIF Lagoa com todos os restaurantes do Canal da Barra mais restaurante Ponta das Caranhas e Bar do Boni. Presidente da ABRASEL, Fabio Queiroz, confirmou presença. Estarão novamente presentes os vereadores Ed e Botelho. Clipagem do dia:
ATUALIZAÇÃO EM 06/03: nesta sexta-feira, 08/03, reunião na ACIF Lagoa com todos os restaurantes do Canal da Barra e redondezas (Lagoa da Conceição e praia da Barra da Lagoa), mais ABRASEL, Câmara de Vereadores e autoridades vinculadas ao licenciamento dos estabelecimentos e suas estruturas de apoio náutico. Clipagem do dia:
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Nesta segunda-feira (11/03), teremos reunião apenas com os advogados contratados pelos restaurantes e buscaremos espaço na agenda do juiz federal responsável pelas ações, no intuito de reunir os processos e solicitar a suspensão dos prazos, abrindo espaço, se possível, para a construção de um Termo de Ajuste Judicial Coletivo.
Confira ilustrativo vídeo promocional ambientado, em parte, no Canal da Barra da Lagoa (e notem a necessidade de ampliação da altura do vão da ponte que cobre sua entrada pela Lagoa):
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ATUALIZAÇÃO EM 22/03: reuniões técnicas seguem acontecendo com vistas ao Termo de Ajuste Coletivo/Judicial a ser proposto pelos restaurantes à Floram. Temos também a perspectiva de visita técnica ao local por parte do Coordenador Nacional do Projeto Orla do Governo Federal, Reinaldo Redorat, integrante do GT Náutico do Ministério do Turismo. Quanto à estruturação da Aquavia Gastronômica, o setor competente da ACIF fará contato para agendar reunião de trabalho. Boas novas em breve!
Ontem foi lançado pela ong Floripamanhã o "Estudo Complementar para Implementação do Plano de Ordenamento Náutico do Município de Florianópolis", obra de fôlego coordenada pelo oceanógrafo Alexandre Mazzer. Trata-se de notável aprofundamento de trabalho anterior realizado pela ACIF em parceria com o IPUF e o Instituto de Marinas do Brasil.
Destaco os seguintes trechos à pag. 29 (grifos meus) que podem ser úteis à defesa dos restaurantes:
"No denominado 'Canal da Barra', tais estruturas (de apoio náutico) estão presentes ao longo de todo o litoral, sendo de difícil visualização pelo método empregado.
"Ocorre que há muita proximidade entre essas estruturas que, além de serem em grande quantidade, apresentam-se diversificadas quanto ao tipo, caracterizando todo a linha de costa daquele canal como antropizada. Destarte, sugere um tratamento diferenciado para esse ambiente, sendo ora denominado por Complexo de Estruturas Náuticas do Canal da Barra."
O jornal Notícias do Dia voltou ao assunto hoje com ampla matéria!
ATUALIZAÇÃO EM 21/08/2013:
Após haver encerrado o ciclo como Diretor de Turismo da ACIF, os estabelecimentos integrantes da Aquavia Gastronômica solicitaram-me permanecer coordenando o movimento, agora na qualidade de Relações Institucionais a seu serviço.
Estivemos na prefeitura para conferir andamento dos diversos pleitos, oficiados durante o "Prefeitura no Bairro" que houve na Barra da Lagoa há alguns dias. Todos planilhados e com encaminhamento às secretarias competentes! #organização
As ações da FLORAM seguiram seu curso na JUSTIÇA FEDERAL e até o momento as tentativas de acordo não tiveram êxito. Em um dos dos processos o MPF já apresentou alegações finais, concordando com o pedido de demolição e requerendo o julgamento imediato da lide.