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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

CRUZEIROS MARÍTIMOS NO BRASIL SÃO TEMA DE TESE DE MESTRADO NA USP


Com o título "Cruzeiros Marítimos e Stakeholders: perspectivas de desenvolvimento da infraestrutura de cruzeiros no Brasil",  Wallace Bezerra Farias teve aprovada, em 12/09/2016, dissertação que apresentou à Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo, como parte dos requisitos para a obtenção do título de Mestre em Ciências pelo Programa de Pós-graduação em Turismo.

Integraram a Banca Examinadora a Profa. Dra. Elizabeth Kyoko Wada (Universidade Anhembi Morumbi), o Prof. Dr. Antonio Carlos Sarti (Universidade de São Paulo, EACH-USP) e a Profa. Dra. Debora Cordeiro Braga (Universidade de São Paulo, ECA-USP).


Exemplo de roteiro realizado no Brasil


O resumo já demonstra a qualidade, importância e atualidade da obra:

"Com o desenvolvimento do mercado nacional de cruzeiros marítimos, a partir dos anos 2000, o número de cruzeiristas passou a crescer ano a ano até o final da primeira década. Entretanto, esse mercado tem declinado nos últimos anos, tendo a infraestrutura de cruzeiros como um dos fatores que justificam essa queda. Em contrapartida, neste mesmo período, o Brasil se destacou pelos investimentos na área de infraestrutura, dentre elas a estrutura dos portos brasileiros. A falta de estudos sobre o tema dos cruzeiros marítimos e a baixa expectativa sobre o desenvolvimento do setor, criaram um cenário de incertezas e controvérsias sobre o desenvolvimento de sua infraestrutura para os próximos anos. Neste contexto, o estudo visou analisar quais as perspectivas de desenvolvimento da infraestrutura de cruzeiros marítimos no Brasil, baseando-se na investigação suas características, na participação dos stakeholders- chave – indicadores de poder, influência e interesse – e na discussão de estratégias para o seu desenvolvimento. Esta pesquisa caracteriza-se como qualitativo de natureza descritiva e exploratória, baseando-se na revisão de literatura e na investigação documental. Utilizou-se a entrevista semiestruturada e a amostragem snowball como técnica de coleta de dados. A análise e tratamento dos dados tiveram como princípios a triangulação de dados e a análise de stakeholders. Identificaram-se como stakeholders-chave no processo de desenvolvimento da infraestrutura de cruzeiros brasileira: as armadoras (companhias) de cruzeiros, os investidores privados, a Secretaria de Portos, o Ministério do Turismo e as associações CLIA- Abremar e Brasilcruise. A burocracia e a legislação brasileira apresentam-se como elementos que impedem o desenvolvimento da infraestrutura de cruzeiros, devido à grande variedade de stakeholders envolvidos, em diferentes esferas e competências de atuação, tornando o setor uma estrutura organizacional complexa, lenta e burocrática, revertida em elevados custos operacionais e em grandes barreiras na retomada do crescimento do setor. O segmento de cruzeiros, por sua vez, exige que todas as ações sejam feitas em conjunto e de maneira articulada com os interesses dos stakeholders envolvidos. Apesar disso, apresentam- se expectativas positivas diante da chegada de novos navios ao mercado brasileiro, a partir de 2020, enquanto o seu atual declínio encontra-se principalmente baseado na baixa competitividade do país em relação aos novos destinos emergentes, como Austrália, Nova Zelândia, Cuba e China. Por fim, concluiu-se que a atividade tem nas parceiras parcerias público-privadas um caminho promissor, necessitando de ações integradas entre armadoras, investidores privados, associações e o poder público para o seu pleno desenvolvimento.".

sábado, 26 de setembro de 2015

Embratur deixa cruzeiros fora de nova campanha


Inacreditável! 

Segundo estudo da FGV, estiveram na costa brasileira, durante a temporada 2014/2015, 10 navios de passageiros, os quais transportaram 549.619 cruzeiristas. Desse total, 15% foram turistas estrangeiros (80.223). 

Considerando o número total de escalas, de cruzeiristas e tripulantes e o impacto econômico total (direto, indireto e induzido) gerado por estes, o total gerado por cruzeirista, em cada cidade de escala é de R$ 438,53.

Mais dados aqui: 


Esses números demonstram o quanto a atividade contribui para o turismo interno.

Não por acaso, o vídeo promocional da Austrália mostra um navio de cruzeiro antes de todo o resto... 

Simbólico, não? 


No entanto, a campanha de Verão da Embratur novamente "esquece" de vender o Brasil como destino de cruzeiros!

Confira:

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

"Custo Brasil" afugenta cruzeiros


Problemas e gargalos encontrados no campo portuário – operacional, tributário e burocrático -, têm dificultado o crescimento sustentável da atividade no Brasil, afirma Roberto Fusaro, executivo  da MSC cruzeiros, antecipando que na temporada 2016/2017 nosso país perderá um navio para a China.

Leia mais:

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Brasil não sabe se vender como destino turístico, diz presidente da Accor


A espetacular vista panorâmica da piscina na cobertura do Sofitel em Florianópolis, voltada para a Baía Norte da Ilha de Santa Catarina, um dos raros destinos brasileiros a merecer a bandeira de luxo da rede francesa de hotéis Accor.

Em entrevista à Exame, o presidente da Accor, Roland de Bonadona, a certa altura faz precioso alerta:

"O turismo é um grande eixo de desenvolvimento econômico e social e o Brasil tem recursos naturais e culturais que estão entre os maiores do mundo. Um estudo feito todos os anos pela Organização Mundial do Turismo (OMT) sobre a competitividade do setor hoteleiro mostra que o Brasil está na 12ª posição no quesito cultura e recursos naturais, mas cai para a 76ª quando o assunto é ambiente de negócios e infraestrutura e para a 82ª quando se trata de políticas de regulamentação. O país tem o mais difícil, mas não sabe explorar.

"Trazer a Copa e as Olimpíadas foi um bom trabalho do (ex-presidente) Lula e do (ex-prefeito do Rio) Eduardo Paes. Era uma chance enorme, esses eventos abrem uma janela mundial sobre o país, o mundo inteiro olhou para o Brasil na Copa e vai acontecer a mesma coisa ano que vem.

"O país fez investimentos em estádios, infraestrutura e telecomunicação, que eram importantes, mas nenhum em promoção do turismo. Foi uma perda de oportunidade e está acontecendo algo parecido agora.

"Deveríamos nesse momento promover e valorizar os destinos que os cerca de 1 bilhão de turistas mundiais ainda não conhecem aqui. Há muitos esforços para modernizar o Rio, construir hotéis, mas não se vê nada para incentivar as pessoas a conhecer outros lugares, cidades ao redor que possam ser visitadas depois dos jogos.

"O desafio é como fazer isso. É preciso que uma uma autoridade do governo queira, como ocorreu na Alemanha e Reino Unido."

Leia mais: 


segunda-feira, 15 de junho de 2015

Cruzeiros: Brasil tem maior queda global e Austrália dispara, aponta estudo


Em imagem do Panrotas, transatlântico fundeado na Baía Babitonga ao largo do belíssimo Centro Histórico da Ilha de São Francisco do Sul (SC).

De acordo com o Relatório Anual da Indústria Cruzeiros divulgado pela Clia - Cruise Lines International Association, a maior queda do mercado global vem ocorrendo no Brasil, que caiu de 732 mil passageiros em 2013 no para 640 mil em 2014, após uma alta para 780 mil em 2011. Ao longo do tempo, no entanto, o mercado brasileiro cresceu 412%, considerado o período 2005-2014.

A boa notícia, é a união de esforços entre o Governo Federal e a Clia Brasil para retomar o crescimento.

Segundo o Ministério do Turismo, o Brasil teve 10 navios de cruzeiros em sua costa na última temporada, metade do que havia há quatro anos. O presidente da Clia Brasil, Marco Ferraz, relacionou o momento vivido pelo segmento à falta de uma legislação clara e altos custos de mercado, fora a infraestrutura insuficiente. 

Com interesse de retomar o crescimento, o segmento pediu apoio ao ministro Henrique Alves na solução de questões que impactam o setor.

“Temos muito o que mostrar para estrangeiros e brasileiros que saem do Brasil para o Caribe e outros destinos, enquanto temos praias paradisíacas aqui no nosso país”, disse Henrique Alves.

O ministro falou sobre a importância dos cruzeiros para as economias locais e para o desenvolvimento econômico do país. “Um segmento que movimenta mais de R$ 1 bilhão durante uma temporada e gera mais de 15 mil empregos tem um grande potencial econômico, precisamos posicionar o produto e destravar as amarras que o impedem de crescer”, disse o ministro. A intenção é reverter essa curva descendente de crescimento e criar novas rotas, como uma específica para o Nordeste, para aproveitar o potencial da costa brasileira.

Já o mercado australiano, nosso concorrente direto, cresceu de 158 mil passageiros em 2005 para uma estimativa de 1 milhão em 2014, de acordo com o mesmo relatório, citando fontes de turismo e cruzeiros na Austrália.

O mercado da Ásia-Pacífico cresceu cerca de 185% nos últimos cinco anos para os quais estão disponíveis registros confiáveis ​​- a partir de uma estimativa de 530 mil passageiros em 2010 para mais de 1,5 milhão de passageiros no ano passado.

Embora o mercado da América do Norte tenha crescido cerca de 23% de 2005 a 2014, de 9,6 para 11,8 milhões de passageiros, basicamente permaneceu o mesmo nos últimos três anos.

A Europa cresceu 106% durante o período de 10 anos, de 3,1 para 6,4 milhões de passageiros, com os países nórdicos liderando o caminho em termos com um aumento de 780% de 42.000 passageiros para 370.000. 

O maior mercado europeu, no entanto, é a Alemanha, com 1,8 milhões, tendo crescido 180% em 10 anos. 

O Reino Unido tem se expandido em 53%, de 1,1 a 1,6 milhão de passageiros. A França também cresceu - de 233.000 para 591.000.

Apesar de mostrarem forte crescimento ao longo do período de 10 anos, a Itália e a Espanha encolheram no ano passado. Após expandir 62% em 10 anos, apenas 833 mil italianos realizaram cruzeiros ano passado, em comparação com 860.000 no ano anterior. A Espanha cresceu 51% ao longo do período, com 573 mil espanhóis realizando cruzeiros em 2014, abaixo dos 600 mil de 2013 e do aumento para 703 mil em 2010.

Fontes:  

terça-feira, 2 de junho de 2015

Panrotas: Ministro Henrique Alves quer "algumas Cancuns" no Brasil


O Panrotas informa que o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, pretende criar áreas especiais de turismo, com legislação própria. 

Cancun é um exemplo, apontou o ministro: "são 15 quilômetros de praia que, no ano passado, geraram US$ 14 bilhões para o México". O dobro do turismo no Brasil", informou.

"Leia a matéria completa no Panrotas:

domingo, 1 de junho de 2014

Passageiros de cruzeiros e tripulantes injetaram R$ 455 milhões na cadeia produtiva do turismo na última temporada!


Mesmo com última temporada de cruzeiros tendo menos navios, chegaram a R$ 455 milhões os gastos totais que os 596 mil cruzeiristas e os cerca de 2.600 tripulantes movimentaram. Maior volume de gastos se divide entre comércio varejista (souvenirs e presentes em geral), alimentos e bebidas, transporte e passeios turísticos. Ganhos estenderam-se por toda a cadeia produtiva do turismo!

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Sem políticas públicas, próxima temporada de cruzeiros no Brasil terá bem menos navios. Enormes perdas econômicas já são anunciadas!

Os números foram apresentados ontem pelo Grupo Costa em Valparaíso, no Chile, durante a Seatrade Latin America 2013, maior evento do setor na região. 

Meu amigo Rene Hermann, presidente do Grupo Costa Cruzeiros para a América do Sul, expõe com clareza as razões da enorme diminuição do mercado brasileiro e da nossa perda de competitividade em relação aos países vizinhos...

Notícias de Cruceros fez o registro:

quarta-feira, 27 de março de 2013

Como toda atividade econômica de grande porte, os cruzeiros pagam uma fortuna em tributos no Brasil...


O quadro acima, resultado de estudos da Fundação Getúlio Vargas sobre a temporada de cruzeiros 2010/2011 no Brasil, ilustra bem o impacto econômico da atividade em nosso país e destaca o enorme volume de taxas e impostos recolhidos naquele período: R$215,2 milhões!

E ainda aparecem incautos afirmando com ar de autoridade que "cruzeiros não pagam impostos".

O artigo abaixo, publicado este mês (03/2013), detalha a pesada carga tributária a que estão sujeitas as empresas que operam cruzeiros no Brasil:

Tributação dos cruzeiros na costa brasileira

Autores: André de Almeida e Fernando Vaisman

Se não é novidade que a atividade de cruzeiros marítimos vem crescendo exponecialmente no país, o que poucos sabem é que grande parte da receita das empresas que exploram esse ramo não advém diretamente da venda de cabines, mas sim da venda de bens e serviços a bordo.

Assim, além do transporte de passageiros propriamente dito, tantas outras relações comerciais instauram-se dentro dos navios de cruzeiro, como a prestação dos mais variados serviços (spa, massagens, academia etc.) e venda dos mais diversos produtos nos bares e lojas on board, o que demonstra que a atividade em questão é bem mais complexa do que se pode imaginar inicialmente, o que fez com que houvesse a necessidade de um regramento tributário específico.

No âmbito federal, em 1998, foi editada a Instrução Normativa nº137, que instaurou o regime de tributação aplicável atualmente às empresas que exploram a cabotagem turística no país. Por esse diploma infralegal, tem-se que os navios propriamente ditos, bem como as mercadorias que já se encontram a bordo quando do ingresso no país, serão objeto de regime aduaneiro especial, chamado de admissão temporária, pelo qual, inicialmente, todos os tributos federais incidentes na importação encontram-se suspensos até o momento da saída definitiva do navio do território nacional naquela temporada.

Pela regra fiscal, o resultado operacional dessas empresas dever ser tributado.

Primeiramente, dispõe a regra fiscal que o armador estrangeiro deverá constituir representante legal no país que será responsável por uma série de atos, como, por exemplo, promover a importação de mercadorias estrangeiras e calcular e pagar os impostos e contribuições federais devidos, decorrentes das atividades desenvolvidas a bordo do navio ou a ele relacionadas, no período em que permanecer em operação de cabotagem em águas brasileiras.

Ainda de acordo com a IN em questão, no momento do ingresso da embarcação no país, o comandante do navio entregará à autoridade aduaneira um registro de inventário de todas as mercadorias a bordo destinadas à comercialização, além da Declaração Simplificada de Importação, sendo que, para fins de controle, o mesmo manterá, ainda, registro do estoque diário de mercadorias estrangeiras a bordo, que possa identificar o movimento ocorrido no período (saldo inicial, entradas, saídas e saldo final).

Em caso de ressuprimento do navio durante o período em que se encontrar em águas brasileiras, duas possibilidades podem ocorrer: (i) em caso de mercadoria de origem estrangeira, a mesma será transferida do porto de entrada ao navio sob o regime de trânsito aduaneiro, aplicando-lhe a suspensão de tributos aduaneiros tal como se tais mercadorias tivessem adentrado no país juntamente com o navio; e (ii) em caso de mercadoria de origem nacional, o embarque será acompanhado apenas e tão somente da nota fiscal de venda, sendo que nesse caso, a venda a navio operante na costa brasileira não se equipara a uma operação de exportação, não sendo aplicável, portanto, a imunidade tributária inerente às exportações para o fornecedor nacional dessas mercadorias, inclusive, no tocante ao ICMS.

A saída definitiva naquela temporada da embarcação fica condicionada à apresentação de relatório atualizado das mercadorias existentes a bordo, com a indicação dos bens que foram consumidos e comercializados no período, bem como dos Darfs de pagamento de todos os tributos aplicáveis a essa atividade.

Nesse sentido, lembramos que, para as mercadorias importadas que sejam comercializadas no navio durante a temporada deve-se recolher os tributos incidentes sobre a importação, ou seja, o Imposto de Importação (II), o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), bem como o PIS e a Cofins-Importação.

Contudo, importante destacar, que as mercadorias destinadas ao uso e consumo da tripulação e dos passageiros na embarcação estrangeira e não à comercialização a bordo não estão suscetíveis à tributação incidente sobre a importação, entendimento este, inclusive, com eco na jurisprudência administrativa que vem se formando ao redor do tema, o que deixa claro a importância de realizar-se no registro de inventário uma descrição extremamente minuciosa acerca de quais mercadorias são destinadas ao consumo dos passageiros e tripulantes e quais são destinados à comercialização dentro do navio.

Além dos tributos incidentes na importação das mercadorias que serão comercializadas on board, a regra fiscal determina que o resultado operacional dessas empresas estrangeiras seja tributado no país pelo PIS/Cofins e pelo IRPJ e CSLL.

Nesse sentido, em relação ao IRPJ e CSLL, aplica-se a modalidade do lucro presumido, justamente pelo fato dessas embarcações não possuirem escrituração contábil que permita a apuração pelo Lucro Real com percentuais específicos previstos pela legislação, além de sujeição das receitas à tributação pelo PIS/Cofins.

André de Almeida e Fernando Vaisman são, respectivamente, sócio e advogado do Almeida Advogados

quarta-feira, 20 de março de 2013

terça-feira, 12 de março de 2013

MSC Cruzeiros patrocinará amistoso de futebol Brasil x Itália em Genebra, na Suiça! E levará convidados especiais...


A MSC Cruzeiros, empresa italiana de propriedade da família Aponte, patrocinará uma partida de futebol Brasil x Italia, dia 21 de março, em Genebra, na Suíça, sede do seu quartel general.

Trata-se de um amistoso ao qual a MSC Cruzeiros levará convidados especiais...

Continue lendo em Notícias de Cruceros!

NOTA PESSOAL: considerando o enorme público apaixonado por futebol no Brasil e na Itália, e o grande mercado de cruzeiros nestes dois países, trata-se de ação de marketing de resultado certo!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Chinesa HNA Cruises realiza viagem inaugural do "Henna" (ex Pacific Sun) seu primeiro navio de cruzeiros!



O "Henna" zarpou no final de janeiro desde Sanya Phoenix Island Internacional Port (foto), marcando a entrada da marca chinesa no mercado de turismo de cruzeiro e dando turistas chineses uma nova opção entre os produtos que compõem a oferta de indústria.

Diante do mercado regional em expansão, a Administração Nacional de Turismo da China estabeleceu 2013 como o "Ano Nacional do Turismo Oceânico". O Conselho de Estado também incluiu o setor de cruzeiros no contexto do desenvolvimento da economia marítima do 12º Plano de Cinco Anos (2011-2015) de desenvolvimento econômico marítimo.

Continue lendo (espanhol) em Noticias de Cruceros e (inglês) em China Daily.

NOTA PESSOAL: Além do gigantesco potencial de seu mercado para as companhias de cruzeiros existentes, em uma jogada ousada, mas planejada, a China resolveu ter a sua própria frota como parte das excelentes políticas públicas para o segmento. Este é só o primeiro navio. Enquanto isto, o Brasil navega à marcha ré...

Companhia de cruzeiros Pullmantur expôs na FITUR 2013 em parceria com a Proexport, a Embratur da Colômbia!


"Parcerias como a que temos com a Pullmantur fortalecem o trabalho de vários anos à frente Proexport para posicionar a Colômbia como um destino de cruzeiros. A ampliação da temporada em 2013, que inclui embarques semanais em Cartagena, mostra que o país está de acordo com as exigências das principais companhias marítimas, não só porque os nossos portos têm a capacidade e infra-estrutura para receber seus navios, mas também porque eles têm atrações que oferecem experiências únicas ", disse Maria Claudia Lacouture, presidente da Proexport, responsável pela promoção do turismo na Colômbia e no exterior.

Continue lendo (espanhol) em Notícias de Cruceros!

NOTA PESSOAL: Enquanto isto, no novo vídeo promocional da Embratur, não há uma única cena promocionando o Brasil ao mercado internacional como destino de cruzeiros. E o Brasil também não estará presente com estande da Embratur na Seatrade Miami, maior feira mundial do segmento. Estamos virando novamente o país de costas para o turismo marítimo e o resultado será outra vez a queda no número de navios, escalas e passageiros na temporada seguinte, privando o litoral brasileiro de milhões em impostos, milhares de empregos e novos empreendimentos.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Projeto da MSC Cruzeiros e do UNICEF arrecadou €2 MILHÕES para crianças brasileiras! Repercutiu no mundo todo!

Nosso amigo Roberto Fusaro, diretor geral da MSC Cruzeiros para a América do Sul acompanhando os resultados deste belíssimo projeto social!

Passageiros MSC Cruzeiros tem mais para mostrar para as suas férias de algumas fotos digitais e um bronzeado. 

Nos últimos três anos e meio doaram mais de dois milhões de euros (cerca de R$ 5.300.000) para um projeto do UNICEF no Brasil, um país onde a empresa regularmente baseia cruzeiros e também inclui em seus itinerários.

Continue lendo (inglês) em USA Today; (esapanhol) Notícias de Cruceros e (português de Portugal) DN Notícias!

sábado, 5 de janeiro de 2013

Segundo recente pesquisa, diferente da Europa e dos EUA, Brasil tem cruzeiristas jovens e com bom poder aquisitivo...


O perfil do cruzeirista brasileiro é de pessoas jovens, com ensino superior completo e de bom poder aquisitivo. As informações são de uma pesquisa feita pela Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Abremar), em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV). O estudo está ajudando as empresas a entender melhor o consumidor brasileiro e serve para ajudar a definir novos serviços e destinos.

Continue lendo em Terra - Cruzeiros!

Ilhabela como escala de cruzeiros na espirituosa visão de um turista-jornalista argentino, o amigo Ricardo Marengo!!!


O Costa Fortuna deslizou silenciosamente em um mar de estrelas desde o Rio de Janeiro, de onde ainda se ouvia a música do Reveillon, até Ilhabela.  

Felizmente, o navio chegou ao meio-dia à ilha, uma vez que muitos clientes ainda não tinham conseguido se recuperar do efeito da bebedeira que acompanhou a celebração do início do ano (para não dizer que alguns acordaram em uma espreguiçadeira no convés com um garrafa de Chandon, francês, ainda na mão).

Continue lendo (espanhol) em Notícias de Cruceros!


NOTA PESSOAL: Como bem observou nosso amigo periodista, "atualmente 85% da ilha é formado pelo Parque Nacional Ilhabela. Seu maior desenvolvimento se dá sobre a costa oeste, a economia da ilha está baseada no turismo. Tem aproximadamente 35 quilômetros de magníficas praias, uma costa de floresta úmida atlântica e isto a converteu em una reserva da biodiversidade da UNESCO". Pois bem! Com todo este patrimônio natural, e justamente em razão dele, Ilhabela tem uma das maiores frotas náuticas de esporte e recreio do Brasil e recebe cruzeiros às centenas todas as temporadas. Mas na mal administrada APA de Anhatomirim, na Grande Florianópolis, o ICMBio/SC quer impedir o desenvolvimento do turismo náutico!!!

sábado, 8 de dezembro de 2012

VENHAM VELEJAR CONOSCO EM FLORIPA COMO SE FAZ NO CARIBE!!! MEGA-CATAMARÃ COM TUDO INCLUÍDO!!! OPEN BAR + OPEN FOOD!!!

Produto TURÍSTICO de sucesso no CARIBE agora à disposição também em SANTA CATARINA!!!

Grupos fechados ou passageiros avulsos em grupos abertos. Em qualquer caso comissionamos agentes em 10%.

Embarcação, devidamente licenciada para TURISMO NÁUTICO, mede 44 pés (13,50 de comprimento por 7,5m de largura, totalizando mais de 100m2 de PURA VIDA), sendo bastante larga e estável, contando com equipamentos flutuantes de lazer náutico (espaguetes, bóias), banheiro, 4 cabines simples para casal, o que permite levar crianças com todo o conforto e segurança.

Comandante Koy Meirelles fluente em português, inglês, espanhol, podendo se comunicar também em francês e italiano, com 20 anos de experiência operando turismo náutico no Caribe (St. Marteen) e EUA (San Diego), ex-tripulante pioneiro da Disney Cruise Line, sinônimo de alto padrão de qualidade no atendimento!!!

Sejam bem vindos a bordo e bons passeios a todos!

RESERVAS:
Ernesto São Thiago
(48) 9949 9613
ernestosaothiago@hotmail.com

PASSEIO PROMOCIONAL!!!  
R$1.600 por 6 horas de passeio para até 25 passageiros. IMPORTANTE: neste preço os passageiros ficam livres para levar comida e bebida próprias, pois NÃO INCLUI serviço a bordo. Dia de semana, exceto feriados, tem desconto de 20%.  

APÓS APRECIAREM AS IMAGENS, confiram todos os detalhes desta NOVIDADE e o VÍDEO ao final.  










Para avulsos, liguem consultando as datas de saída, que variam conforme a condição metereológica e a formação de grupos fechados.

RESERVAS:
Ernesto São Thiago
(48) 9949 9613
ernestosaothiago@hotmail.com


PASSEIO NÃO PROMOCIONAL com TUDO INCLUÍDO:
Para 25 passageiros, se inicia na praia de Jurerê, em Florianópolis, às 10:30h, retornando às 16:30h (6 horas de passeio). 

GRUPO FECHADO: R$ 3 mil.
PASSAGEIRO AVULSO: R$150 adulto e R$75 criança de 7 a 11 anos.




Nesta modalidade velejamos por cerca de 45 minutos atravessando a abrigada Baía Norte da Ilha de Santa Catarina em direção a uma península banhada por mar calmo no continente, para a primeira parada de banho, a Baía do Tinguá, no município de Governador Celso Ramos! 

No TUDO INCLUÍDO temos open bar (cerveja, caipirinha, sucos, refrigerantes, água), tábua de frios (queijos, patês, salames) e frutas frescas. Todos servidos a bordo!

Paramos para  almoço na Praia da Armação, onde é servido em restaurante típico do local uma entrada (pastel de camarão) e, como prato principal, filé de peixe ao molho de camarão, acompanhado de arroz, pirão de caldo, fritas e salada.

RESERVAS:
Ernesto São Thiago
(48) 9949 9613
ernestosaothiago@hotmail.com


PRODUTO FLEXÍVEL:
Podemos negociar outros valores para: grupos menores; catering externo; outros itens diferenciados no cardápio; outros roteiros a combinar; deslocamento para passeios especiais em outras cidades (com pernoite a bordo ou em meios de hospedagem parceiros).


FESTAS E EVENTOS SEM NAVEGAR:
Ancorado, o barco tem licença para embarcar até 40 passageiros!!!

RESERVAS:
Ernesto São Thiago
(48) 9949 9613
ernestosaothiago@hotmail.com

VIDEO:

sábado, 24 de novembro de 2012

Em Manaus, joalherias reforçam mão de obra para atender a temporada de cruzeiros! Artesãos também faturam alto!




Cerca de 3,2 mil turistas dos Estados Unidos e da Alemanha chegaram a Manaus em três cruzeiros, na quinta-feira (22). Além dos passeios pelas belezas naturais do Amazonas, as joias e o artesanato despontam na preferência dos estrangeiros. Conforme a Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), um turista gasta, ao dia, cerca de 150 dólares.

Continue lendo em D24am!

VIDEO imperdível!!!