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sábado, 9 de março de 2013

IPHAN decidiu já em 2011: intervenções arquitetônicas de Eike Batista na Marina da Glória não ferem a paisagem cultural do Rio!

A empolgação do bilionário Eike Batista com o desenvolvimento do projeto foi manifestada no Twitter, através de seu perfil pessoal:
Cenário atual da Marina da Glória, com centro de convenções acanhado, poucas vagas molhadas e parcialmente exposta à ondulação oceânica

Projeto do escritório Índio da Costa, aprovado pelo IPHAN já em 2011

Detalhe em que se pode observar o novo centro de convenções (no formato de uma vela), as melhorias no paisagismo e o significativo aumento de vagas molhadas (que com novos molhes ficariam melhor abrigadas)

Nova imagem do projeto divulgada, sob outro ângulo!

NOTA PESSOAL: Causa estranheza tentar agora criar polêmica em torno da aprovação do projeto pelo IPHAN, pois Eike já a obteve em 2011. À época, aliás, o mesmo jornal ("O Globo") publicou matéria a respeito em tom bem diferente... Os modernos projetos na orla, no mundo todo, são de uso misto, contemplando essencialmente marina com vagas molhadas, gastronomia, comércio, centro de convenções, terminal de cruzeiros, hotel. Ao projeto, para estar em linha com o que vem ocorrendo no exterior, falta apenas um terminal de cruzeiros, pois o Hotel Glória, que requalificado por Eike passará a se chamar "Glória Palace Hotel", está do outro lado da avenida.

REX divulgou nota a respeito do andamento do projeto:

"ESCLARECIMENTO SOBRE A MARINA DA GLORIA

Rio de Janeiro, 28 de fevereiro de 2013 - A REX, que detém a concessão da Marina da Gloria, localizada no Parque do Flamengo, na Zona Sul do Rio, recebeu do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) a aprovação do anteprojeto que propõe a revitalização do local. Com a decisão, a empresa se dedicará à elaboração do projeto executivo.

Além da aprovação do Iphan, a implementação do projeto dependerá de seu licenciamento ambiental junto ao Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMAC).

Seguindo os trâmites legais, no âmbito do licenciamento ambiental do projeto, haverá amplo debate com a comunidade, por meio da realização de audiências públicas.

A implementação do projeto depende também da aprovação da Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU) que está analisando o projeto já submetido.

Há mais de dois anos, a REX vem cumprindo todas as exigências dos órgãos públicos para a aprovação do projeto de revitalização da Marina da Gloria. A empresa está comprometida em realizar uma revitalização que obedeça a legislação e atenda às necessidades de melhoria da comunidade, reafirmando o compromisso de responsabilidade social do Grupo EBX com o Rio de Janeiro.

Atendendo limites estabelecidos pelo Iphan, a altura máxima da edificação do novo projeto é de 15 metros acima do nível do mar. A atual marina possui 18 metros de altura também acima do nível do mar.

O novo projeto promove a integração da Marina com o Parque do Flamengo, e resgata elementos contemplados no projeto do Parque do Flamengo de 1965 (projeto original) que nunca foram executados. O bosque de piqueniques será revitalizado, as ciclovias expandidas, os atuais acessos serão ampliados e melhorados.

O número de vagas náuticas será ampliado das atuais 330 para 450. Será construído em parceria com a Cedae, novo cinturão de águas pluviais para solucionar o problema de lançamento de esgoto in natura na enseada da Marina da Gloria, ocasionado por ligações clandestinas. A enseada da marina, que atualmente está assoreada, será dragada.

A revitalização da Marina proporcionará uma nova infraestrutura, completa para a realização de exposições, eventos culturais e náuticos, com lojas de conveniência, restaurantes e serviços.

O Rio de Janeiro terá uma marina de padrão internacional.

A previsão de conclusão das obras de revitalização é de 24 meses após a obtenção de todas as licenças necessárias.

Os proprietários de embarcações que utilizam a Marina da Gloria serão avisados com antecedência sobre o início das obras. A REX sugerirá outros locais adequados para receber os barcos durante esse período. Após o término das obras, os atuais usuários da Marina da Gloria terão preferência para usufruir de uma marina mais moderna e com mais serviços."

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Quando Florianópolis terá uma intervenção urbana assim: modernizante, arborizante, voltando-a de frente para o mar?!!

Clique na imagem abaixo e confira o vídeo:

Cruzeiros avançam pelos grandes rios brasileiros. Belém e Santarém terão 68 escalas e 46 mil turistas estrangeiros!


A temporada de cruzeiros começou em outubro de 2012 e segue até  dia 9 de maio, quando Belém e Santarém terão recebido um total de 68 navios trazendo mais de 46 mil turistas de cruzeiros oriundos da Alemanha, Estados Unidos e Inglaterra.


NOTA PESSOAL: Não apenas os grandes rios do Norte têm potencial no segmento. É preciso fazer amplo estudo das bacias hidrográficas brasileiras com foco em cruzeiros fluviais e turismo náutico em geral.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Rio terá 180 mil turistas de cruzeiros em fevereiro. No feriado foram 79 mil: US$17,7 MILHÕES injetados na economia!


O terminal de passageiros do Porto do Rio registrou recorde de atracações simultâneas e de desembarques neste domingo (10/2), quando 40 mil pessoas chegaram em oito transatlânticos de uma só vez para passar o Carnaval na cidade. Durante todo o feriado serão 12 atracações no total e 79 mil pessoas terão transitado pelo terminal, o que, conforme estimativa do diretor de Operações do Pier Mauá, Américo Relvas da Rocha, implicará numa injeção de US$ 17,7 milhões na economia flluminense.

Continue lendo em Governo-BR!

Confira abaixo informativas matérias em vídeo:




NOTA PESSOAL: Esta postagem dá a exata dimensão do enorme mercado turístico a que a Grande Florianópolis literalmente não tem acesso pela falta de um terminal de cruzeiros!!!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Polêmica! Por falta de políticas públicas, presidente da ABREMAR prevê grande retração do mercado cruzeiros no Brasil!


“O Brasil tem recebido marcas de qualidade e cresceu muito nos últimos anos, mas agora está andando para trás", diz Ricardo Amaral, presidente da associação.

Continue lendo em Panrotas!

NOTA PESSOAL: Em Santa Catarina vimos fazendo o mesmo alerta há anos. Como não fomos ouvidos, o resultado está aí: drástica redução do número de escalas de cruzeiros em nosso litoral na temporada 2013/2014. Falta de infraestrutura portuária, receptivo turístico incipiente, ausência de articulação entre os portos locais entre si e com os de outros países da América do Sul e de outros continentes, burocracia, tudo trabalha contra. Enquanto novos destinos concorrentes fazem de tudo para superar os entraves, aqui trata-se o mercado de cruzeiros com desrespeito.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Em um só dia, 3.500 turistas norte-americanos e alemães desembarcaram de cruzeiros em Manaus!!!

Terminal de Cruzeiros de Manaus

Três navios transatlânticos aportaram nesta quinta-feira (22) em Manaus. Aproximadamente 3.200 turistas norte americanos e alemães vieram conhecer a capital do Amazonas. Cada turista deixa na cidade cerca de 150 dólares, segundo cálculos da Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur).

Fonte: Amazonas FM

Em apenas um dia, cruzeiros injetarão quase de US$11 MILHÕES na economia do Rio de Janeiro!!!

Pier Mauá, o terminal de cruzeiros do Rio

Com a chegada de oito navios no dia 10 de fevereiro, em pleno Carnaval,  o Porto do Rio bate o recorde internacional de atracações simultâneas.  Somente neste dia a movimentação média de cruzeiristas será de 36 mil pessoas, com injeção média de recursos na cidade da ordem de 10,8 milhões de dólares. 

Continue lendo em Portogente!

NOTA PESSOAL: Imaginem a parte fiscal de uma receita assim, relativa a uma desejável participação da SETUR na taxa portuária, alimentando o futuro Fundo Municipal do Turismo de Florianópolis e sendo integralmente aplicado em infraestrutura turística na capital catarinense...

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Altos custos e infraestrutura portuária precária podem levar à queda de movimento dos cruzeiros no Brasil, alerta ABREMAR

Ricardo Amaral, presidente da ABREMAR

"O setor de Cruzeiros Marítimos deverá enfrentar, ainda, alguns desafios conhecidos, como os altos custos e infraestrutura portuária precária, o que pode levar à queda de movimento local", aponta Ricardo Amaral, presidente da ABREMAR. "Esses assuntos ainda serão bastante debatidos pela associação, que tem se empenhado para alcançar as respectivas soluções", destaca.

Continue lendo em Mercados & Eventos!

sábado, 5 de janeiro de 2013

Segundo recente pesquisa, diferente da Europa e dos EUA, Brasil tem cruzeiristas jovens e com bom poder aquisitivo...


O perfil do cruzeirista brasileiro é de pessoas jovens, com ensino superior completo e de bom poder aquisitivo. As informações são de uma pesquisa feita pela Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Abremar), em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV). O estudo está ajudando as empresas a entender melhor o consumidor brasileiro e serve para ajudar a definir novos serviços e destinos.

Continue lendo em Terra - Cruzeiros!

“Vamos dotar de infraestrutura, fortalecendo o turismo náutico no Estado", afirmou secretário de turismo!!! Da Bahia.


Governo do Estado, em 2012, realizou negociações que praticamente garantiram o financiamento de US$ 85 milhões do BID para a requalificação da Baía de Todos-os-Santos, principal projeto da história recente do turismo da Bahia. 

O contrato entre a instituição financeira e o governo estadual já foi aprovado pela Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda, e agora está na Secretaria de Assuntos Internacionais do Ministério do Planejamento. “Vamos dotar essa zona turística de toda a infraestrutura necessária para receber visitantes de todo o mundo, fortalecendo o turismo náutico no Estado e redescobrindo a Baía de Todos-os-Santos, que é um distrito turístico-cultural”, completa Domingos Leonelli, secretário estadual do Turismo.

Continue lendo em Bahia!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Turismo náutico baiano recebe (milionários) investimentos em infraestrutura!

Magnífica reportagem! Que a Bahia sirva-nos como (bom) exemplo!

Para assistir ao vídeo CLIQUE AQUI!

Em Salvador não há preconceito contra a formação de águas abrigadas através de molhes...

E marinas continuam a ser construídas na orla urbana da cidade...

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Jogos Olímpicos, Copa do Mundo e Cruzeiros Marítimos no Brasil. Tudo a ver, inclusive no mês de julho.

Transatlântico ingressando na Baía da Guanabara, no Rio de Janeiro (RJ)

Artigo originalmente publicado em 13 DE OUTUBRO DE 2009...

Ainda "impactada pela espetacular conquista do Brasil em Copenhague", referindo-se à escolha do Rio de Janeiro pelo COI como sede dos Jogos Olímpicos de 2016, a presidente da EMBRATUR, Jeanine Pires, fez publicar sua prestigiada coluna no Jornal Panrotas informando que se trata de oportunidade única para mostrar a cidade escolhida e todo país como "um destino turístico atraente", gerando, a partir daí, um "fluxo de turistas crescente".
Disse isto com fundamento no que ocorreu positivamente a Barcelona e deu também o exemplo dos jogos de Sidney, em 2000, na Austrália, "país que guarda grandes semelhanças com o Brasil como destino turístico - está a longa distância dos principais emissores mundiais e é alcançado principalmente por via aérea".

A presidente da EMBRATUR informou que "em pesquisas realizadas em 1998 (dois anos antes dos Jogos Olímpicos de Sidney, portanto), 45% dos americanos viajantes em potencial se diziam mais propensos a visitar a Austrália nos próximos quatro anos como resultado direto da escolha de Sidney para sediar a Olimpíada. Ou seja, o impacto da grande evidência e exposição de mídia por um longo período no desejo de viagem. A exposição na imprensa internacional marcou definitivamente a Austrália como destino turístico".

Para conquistar a condição de sede dos Jogos Olímpicos de 2016, a cidade do Rio de Janeiro, mesmo não dispondo de leitos suficientes em hotéis na quantidade exigida pelo Comitê Organizador, foi salva pela possibilidade de recepcionar transatlânticos, que suprirão esta deficiência.

Ou seja, foi justamente a Indústria dos Cruzeiros marítimos, com sua capacidade de mobilização global tão atacada por certos setores retrógados da hotelaira nacional, que salvou a candidatura do Rio de Janeiro às Olimpíadas de 2016.

Não haveria a menor viabilidade - financeira talvez, econômica de modo algum - de se construírem hotéis suficientes para fornecer leitos que ficariam, em grande parte, sem ocupação após encerrados os Jogos Olímpicos.

Segundo o portal Cyber Cruises, diante do mesmo problema, solução idêntica foi adotada com êxito em Barcelona (1992), em Sidney (2000), em Atenas (2004):

"Quinze navios de cruzeiros foram fretados para uso durante os Jogos Oímpicos de Barcelona. Enquanto o mais luxuoso era o Crystal Harmony, fretado pela Coca-Cola, Mars e Visa, outros incluíram o Club Med 1, usado pelo Comitê Olímpico Internacional; o Crwon Jewel, pela Budweiser, Seagram e Evian; o Star Clipper pela Heineken, Phillips e Audi; o Vistafjord pela revista Sports Illustrated e Time, e o Berlin pela Xerox, para citar apenas alguns. Esses 15 navios podiam acomodar 11.000 pessoas, mas como foram utilizados por algumas noites do período em um sistema de lista rotativa de convidados, hospedaram-se, de fato, até 44.000 pessoas
".

"Os navios de cruzeiro também foram usados para abrigar os atletas nos Jogos Olímpicos de Sydney. Entre os presentes estavam o Fair Princess, o Seabourn Sun, o Clipper Odyssey, o Norwegian Star, o Seven Seas Navigator, o Crystal Harmony, o Deutschland e o Nieuw Amsterdam, enquanto o Capt Cook Explorer representava os interesses australianos. Alguns desses navios estiveram em Barcelona com nomes diferentes e outros eram novos".

"O participante mais famoso nos Jogos Olímpicos de Atenas, Queen Mary 2, da Cunard, que teve que ser totalmente reformado, foi fretado pelo Comitê Olímpico de Atenas para abrigar chefes de Estado e autoridades governamentais. Onze navios de cruzeiro foram capazes de acolher cerca de 13.000 pessoas ao mesmo tempo nestes jogos para atender ao pessoal da mídia, atletas e receptivo. Entre outros estavam presentes o AIDAaura, o Rotterdam, o Westerdam, quatro navios de propriedade grega, o então Olympia Voyager, Olympia Explorer, Olympia Condessa e World Renaissance, representando o país sede. O público mais seleto hospedou-se no Silver Whisper e no Silver Wind".

O mesmo portal anuncia que os Jogos Olímpicos de Inverno de Vancouver (2010) e os Jogos Olímpicos de Londres (2012) também contarão com navios de cruzeiro ofertando leitos.

O fato concreto é que Barcelona, Sidney e Atenas, após utilizarem transatlânticos como meios de hospedagem durante suas respectivas Olimpíadas, estão hoje entre os destinos de Cruzeiros Marítimos de cabotagem e longo curso mais importantes do mundo, impulsionando o segmento em toda a sua área de influência. Barcelona lidera com folga toda a Europa, Atenas o Meditarrâneo e Sidney a Oceania, movimentando em conjunto milhões de cruzeiristas anualmente, como portos de escala ou turnaround.

Causa espanto o ceticismo de alguns ao argumento de que "é impossível que as companhias de navegação, em pleno verão no Hemisfério Norte, desloquem seus navios para atender aos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, a serem realizados no mês de Julho, durante o inverno do Hemisfério Sul". Este mesmo "argumento", é utilizado para desacreditar a presença de transatlânticos na costa brasileira na Copa do Mundo de Futebol de 2014, a ser realizada no mesmo mês do ano.

Ora! O Rio de Janeiro encontra-se pouco acima do Trópico de Capricórnio, na altura do paralelo 22, enquanto que Sidney aparece bem abaixo dele, no paralelo 35 (o mesmo que corta Montevidéu, no Uruguai, e o extremo-sul da África).

Ademais disto, Sidney está a uma distância incomparavelmente maior do que o Rio de Janeiro quanto às principais rotas de cruzeiros (Meditarrâneo e Caribe), e mesmo assim a sede dos Jogos Olímpicos de 2000 recebeu diversos transatlânticos em um tempo em que havia muito menos navios disponíveis do que hoje, quando são produzidos 10 gigantes dos mares ao ano!

Costumo dizer aos céticos de plantão que eventos como as Olimpíadas ou a Copa do Mundo de Futebol são capazes de "virar o mundo de cabeça para baixo" e afirmo sem medo de errar que é isto que acontecerá quanto aos Cruzeiros Marítimos na Copa de 2014 e nos Jogos Olímpicos de 2016, desde que, é claro, as autoridades brasileiras, em todos os níveis de governo, façam a lição de casa, dotem o Brasil de um ambiente regulatório estável e de padrão internacional e implantem, em parceria com a iniciativa privada, portos turísticos modernos e adequados ao seleto público que nos visitará.

Não tenho receio de que os transatlânticos, mundialmente desejados, virão às dezenas para estes eventos esportivos de amplitude global que serão realizados no Brasil nos próximos anos. A Copa do Mundo de Futebol e os Jogos Olímpicos bastam por si mesmos como elementos de forte atração turística náutica quando realizados em países litorâneos.

O que temo são os "portos turísticos", os respectivos "terminais marítimos de passageiros" e a qualidade do receptivo que os milhares de passageiros estrangeiros encontrarão ao desembarcarem.

Há tempo para uma profunda melhoria em nossos portos turísticos, mas neste ponto, em razão da forma com que o segmento de Cruzeiros Marítimos é tratado no Brasil, o cético sou eu, pois até o presente momento não apareceu um "Plano Estratégico" para resolver amplamente, por todo o litoral brasileiro, de Norte a Sul (e não apenas em um ou dois destinos), nosos bilionários problemas estruturais, a começar pelas dragagens, como é o caso de Florianópolis, em que tudo ainda há por se fazer, mesmo a cidade figurando como o segundo destino de cruzeiros mais solicitado no Brasil.

Por enquanto todos ficaram só no discurso e nas boas intenções para a imprensa ver. Não se toca no assunto "Cruzeiros Marítimos" ao comemorar-se a realização dos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro - o que considero uma tremenda ingratidão, pois, como digo e repito, a promessa de transatlânticos, suprindo a falta de leitos nos hotéis da Cidade Maravilhosa, foi o que garantiu a esta, e a todo o Brasil, a conquista do sonho de sediar uma Olimpíada.