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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Belíssimo porto turistico de Castro (Itália): águas cristalinas e marina abrigando barcos de pescadores e iates de turistas...



Situado a meio caminho entre Leuca e Otranto, Castro é conhecida por seu mar de águas cristalinas e a famosa caverna de Zinzulusa, a cerca de 150 m de profundidade, cheia de estalactites e estalagmites. De origem grega, Castro sofreu ao longo dos séculos, por invasões dos romanos, godos e bizantinos.


Mais imagens deste elogiado destino náutico italiano podem ser vistas aqui e aqui em video!

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Glossário Náutico da Baía de Todos-os-Santos será lançado em anúncio de obras de US$85 milhões na zona turística!!!


A Secretaria de Turismo (Setur) divulga, nesta quinta-feira (1º), dia em que se comemoram os 511 anos da Baía de Todos-os-Santos, as ações do governo para o Programa de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur Nacional) aprovadas pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que vão contemplar a zona turística com investimento de US$ 85 milhões.

Continue lendo em Bahia!

sábado, 27 de outubro de 2012

Comparativo dos programas de governo quanto ao desenvolvimento náutico de Floripa!!!


Nenhum dos dois planos de governo demonstra ter conhecimento aprofundado das demandas do setor náutico e das medidas necessárias para fomentar o seu desenvolvimento. Menos mal que ao menos a temática tenha sido lembrada, mesmo que superficialmente.

Candidato Cesar Souza Junior

Plano de Governo

Cenário por uma Florianópolis mais Humana,
Inclusiva e Sustentável: (...)

5. Em uma “Cidade Mais Humana” o desenvolvimento econômico sustentável deve visar a valorização das seguintes atividades:

(i) qualificação do turismo com a construção ou consolidação de importantes equipamentos, que além de fortalecer a imagem turística também podem fornecer importantes espaços para o lazer, para a cultura, e para o exercício físico (como, por exemplo..., Marina na Baía Sul) (...);

(iii) maiores esforços para a abertura da cidade para o mar, tanto com a promoção de eventos náuticos como pela criação de novos espaços para embarcações, que não comprometam o meio ambiente ou as populações que vivem da pesca ou da maricultura; (...)

9. Em uma “Cidade Mais Humana” a mobilidade urbana deve melhorar e não somente obras para melhorar o escoamento de veículos: Requer uma ação integrada entre essas obras, com a melhoria da gestão do fluxo dos veículos e a melhoria da oferta de transporte público. (...)

adoção do sistema de transporte marítimo, aproveitando o potencial das baías norte e sul – atenderá os moradores da região norte, sul e do continente. (...)

11. Em uma “Cidade Mais Humana” a prática de esporte e lazer devem ser valorizadas:

(...) estimular o desenvolvimento de esportes náuticos (...)

Candidato Gean Marques Loureiro

Plano de Governo

4. PROPOSTAS SETORIAIS (...)

4.3. TRABALHO E RENDA

Ao romper a marca dos 400 mil habitantes, resultado de crescimento demográfico de 17,5% acumulado desde 2000, contra 13% da média estadual, a capital catarinense depara-se com um cenário sócio-econômico de necessidades a serem atendidas. (...)

• executar o projeto de incentivo e revitalização da pesca artesanal e maricultura, com a construção de ranchos padronizados, trapiches e recuperação das áreas antes ocupadas; (...)

4.5. MOBILIDADE URBANA

A questão da Mobilidade Urbana, com peso significativo na qualidade de vida das pessoas, tem ampliado sua importância na medida em que aumentam as dificuldades para os deslocamentos dos indivíduos dentro da cidade. O projeto de atuação da Prefeitura nesta área é denominado “Cidade com Mobilidade”. (...)

Nos últimos oito anos foram registradas importantes ações na área da Mobilidade Urbana, entre as quais destacamos: (...)

 reforma em 10 trapiches do transporte marítimo na orla da Lagoa da Conceição e da Costa da Lagoa; (...)

No período de 2013 a 2016, além de dar continuidade e ampliar os programas e projetos de sucesso em andamento, propõe-se a realização de diversas outras ações para garantir uma Mobilidade Urbana de qualidade, em todos os níveis e modalidades de transportes, para todas as crianças e jovens florianopolitanos. Entre estas ações, destacam-se: (...)

• desenvolver o transporte marítimo integrado aos demais municípios e modais de transportes existentes;

4.7. TURISMO

O modelo de desenvolvimento de Florianópolis, baseado em atividades não poluentes e de alto valor agregado, encontra na atividade turística uma de suas prioridades naturais. (...)

No período de 2013 a 2016 será dada continuidade as ações de desenvolvimento da atividade turística em andamento, além da implantação de novas ações, como as abaixo relacionadas: (...)

• viabilizar as condições necessárias à construção de marinas e atracadouros na Ilha e região;
• criar condições para escala de navios de cruzeiro em Florianópolis;

domingo, 21 de outubro de 2012

Secretaria de Turismo de Porto Alegre informa ações para fomentar desenvolvimento do turismo náutico na capital gaúcha!

O barco Noiva do Caí parte da Usina do Gasômetro para passeios no rio Guaíba e suas ilhas!

A SMTUR estimulou a organização dos empreendedores do segmento na Associação do Turismo Náutico (Atun-RS), criada em 2008, e organizou a atividade com a Lei do Turismo Aquaviário, de 2010, já regulamentada.

Continue lendo em Prefeitura de Porto Alegre!

sábado, 13 de outubro de 2012

Turistas fazem o caminho das águas! Conhecer países por rotas fluviais deixa viagem mais encantadora...


Aproveitar o período de férias para explorar diferentes países mar adentro ou por rotas fluviais tem se tornado prática muito comum. Somente no Brasil, a Abremar (Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos) estima que a procura por este tipo de viagem cresça, em média, 33% ao ano.

Continue lendo em Band.com.br!

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Prefeito eleito de Paraty (RJ) incluiu o desenvolvimento do turismo náutico em sua plataforma de campanha!

Paraty (RJ)

Prefeito eleito de Paraty (RJ) e ex-presidente da Associação Comercial e Industrial da cidade, Carlos José Gama Miranda, 42 anos, o Casé, incluiu em sua plataforma de campanha "promover a qualificação de mão de obra focada no turismo; criar um centro turístico no cais, com administração voltada para o turismo náutico; diversificar o investimento em outras modalidades de turismo, como: ecológico, esportivo, náutico, rural, empresarial."

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Jogos Olímpicos, Copa do Mundo e Cruzeiros Marítimos no Brasil. Tudo a ver, inclusive no mês de julho.

Transatlântico ingressando na Baía da Guanabara, no Rio de Janeiro (RJ)

Artigo originalmente publicado em 13 DE OUTUBRO DE 2009...

Ainda "impactada pela espetacular conquista do Brasil em Copenhague", referindo-se à escolha do Rio de Janeiro pelo COI como sede dos Jogos Olímpicos de 2016, a presidente da EMBRATUR, Jeanine Pires, fez publicar sua prestigiada coluna no Jornal Panrotas informando que se trata de oportunidade única para mostrar a cidade escolhida e todo país como "um destino turístico atraente", gerando, a partir daí, um "fluxo de turistas crescente".
Disse isto com fundamento no que ocorreu positivamente a Barcelona e deu também o exemplo dos jogos de Sidney, em 2000, na Austrália, "país que guarda grandes semelhanças com o Brasil como destino turístico - está a longa distância dos principais emissores mundiais e é alcançado principalmente por via aérea".

A presidente da EMBRATUR informou que "em pesquisas realizadas em 1998 (dois anos antes dos Jogos Olímpicos de Sidney, portanto), 45% dos americanos viajantes em potencial se diziam mais propensos a visitar a Austrália nos próximos quatro anos como resultado direto da escolha de Sidney para sediar a Olimpíada. Ou seja, o impacto da grande evidência e exposição de mídia por um longo período no desejo de viagem. A exposição na imprensa internacional marcou definitivamente a Austrália como destino turístico".

Para conquistar a condição de sede dos Jogos Olímpicos de 2016, a cidade do Rio de Janeiro, mesmo não dispondo de leitos suficientes em hotéis na quantidade exigida pelo Comitê Organizador, foi salva pela possibilidade de recepcionar transatlânticos, que suprirão esta deficiência.

Ou seja, foi justamente a Indústria dos Cruzeiros marítimos, com sua capacidade de mobilização global tão atacada por certos setores retrógados da hotelaira nacional, que salvou a candidatura do Rio de Janeiro às Olimpíadas de 2016.

Não haveria a menor viabilidade - financeira talvez, econômica de modo algum - de se construírem hotéis suficientes para fornecer leitos que ficariam, em grande parte, sem ocupação após encerrados os Jogos Olímpicos.

Segundo o portal Cyber Cruises, diante do mesmo problema, solução idêntica foi adotada com êxito em Barcelona (1992), em Sidney (2000), em Atenas (2004):

"Quinze navios de cruzeiros foram fretados para uso durante os Jogos Oímpicos de Barcelona. Enquanto o mais luxuoso era o Crystal Harmony, fretado pela Coca-Cola, Mars e Visa, outros incluíram o Club Med 1, usado pelo Comitê Olímpico Internacional; o Crwon Jewel, pela Budweiser, Seagram e Evian; o Star Clipper pela Heineken, Phillips e Audi; o Vistafjord pela revista Sports Illustrated e Time, e o Berlin pela Xerox, para citar apenas alguns. Esses 15 navios podiam acomodar 11.000 pessoas, mas como foram utilizados por algumas noites do período em um sistema de lista rotativa de convidados, hospedaram-se, de fato, até 44.000 pessoas
".

"Os navios de cruzeiro também foram usados para abrigar os atletas nos Jogos Olímpicos de Sydney. Entre os presentes estavam o Fair Princess, o Seabourn Sun, o Clipper Odyssey, o Norwegian Star, o Seven Seas Navigator, o Crystal Harmony, o Deutschland e o Nieuw Amsterdam, enquanto o Capt Cook Explorer representava os interesses australianos. Alguns desses navios estiveram em Barcelona com nomes diferentes e outros eram novos".

"O participante mais famoso nos Jogos Olímpicos de Atenas, Queen Mary 2, da Cunard, que teve que ser totalmente reformado, foi fretado pelo Comitê Olímpico de Atenas para abrigar chefes de Estado e autoridades governamentais. Onze navios de cruzeiro foram capazes de acolher cerca de 13.000 pessoas ao mesmo tempo nestes jogos para atender ao pessoal da mídia, atletas e receptivo. Entre outros estavam presentes o AIDAaura, o Rotterdam, o Westerdam, quatro navios de propriedade grega, o então Olympia Voyager, Olympia Explorer, Olympia Condessa e World Renaissance, representando o país sede. O público mais seleto hospedou-se no Silver Whisper e no Silver Wind".

O mesmo portal anuncia que os Jogos Olímpicos de Inverno de Vancouver (2010) e os Jogos Olímpicos de Londres (2012) também contarão com navios de cruzeiro ofertando leitos.

O fato concreto é que Barcelona, Sidney e Atenas, após utilizarem transatlânticos como meios de hospedagem durante suas respectivas Olimpíadas, estão hoje entre os destinos de Cruzeiros Marítimos de cabotagem e longo curso mais importantes do mundo, impulsionando o segmento em toda a sua área de influência. Barcelona lidera com folga toda a Europa, Atenas o Meditarrâneo e Sidney a Oceania, movimentando em conjunto milhões de cruzeiristas anualmente, como portos de escala ou turnaround.

Causa espanto o ceticismo de alguns ao argumento de que "é impossível que as companhias de navegação, em pleno verão no Hemisfério Norte, desloquem seus navios para atender aos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, a serem realizados no mês de Julho, durante o inverno do Hemisfério Sul". Este mesmo "argumento", é utilizado para desacreditar a presença de transatlânticos na costa brasileira na Copa do Mundo de Futebol de 2014, a ser realizada no mesmo mês do ano.

Ora! O Rio de Janeiro encontra-se pouco acima do Trópico de Capricórnio, na altura do paralelo 22, enquanto que Sidney aparece bem abaixo dele, no paralelo 35 (o mesmo que corta Montevidéu, no Uruguai, e o extremo-sul da África).

Ademais disto, Sidney está a uma distância incomparavelmente maior do que o Rio de Janeiro quanto às principais rotas de cruzeiros (Meditarrâneo e Caribe), e mesmo assim a sede dos Jogos Olímpicos de 2000 recebeu diversos transatlânticos em um tempo em que havia muito menos navios disponíveis do que hoje, quando são produzidos 10 gigantes dos mares ao ano!

Costumo dizer aos céticos de plantão que eventos como as Olimpíadas ou a Copa do Mundo de Futebol são capazes de "virar o mundo de cabeça para baixo" e afirmo sem medo de errar que é isto que acontecerá quanto aos Cruzeiros Marítimos na Copa de 2014 e nos Jogos Olímpicos de 2016, desde que, é claro, as autoridades brasileiras, em todos os níveis de governo, façam a lição de casa, dotem o Brasil de um ambiente regulatório estável e de padrão internacional e implantem, em parceria com a iniciativa privada, portos turísticos modernos e adequados ao seleto público que nos visitará.

Não tenho receio de que os transatlânticos, mundialmente desejados, virão às dezenas para estes eventos esportivos de amplitude global que serão realizados no Brasil nos próximos anos. A Copa do Mundo de Futebol e os Jogos Olímpicos bastam por si mesmos como elementos de forte atração turística náutica quando realizados em países litorâneos.

O que temo são os "portos turísticos", os respectivos "terminais marítimos de passageiros" e a qualidade do receptivo que os milhares de passageiros estrangeiros encontrarão ao desembarcarem.

Há tempo para uma profunda melhoria em nossos portos turísticos, mas neste ponto, em razão da forma com que o segmento de Cruzeiros Marítimos é tratado no Brasil, o cético sou eu, pois até o presente momento não apareceu um "Plano Estratégico" para resolver amplamente, por todo o litoral brasileiro, de Norte a Sul (e não apenas em um ou dois destinos), nosos bilionários problemas estruturais, a começar pelas dragagens, como é o caso de Florianópolis, em que tudo ainda há por se fazer, mesmo a cidade figurando como o segundo destino de cruzeiros mais solicitado no Brasil.

Por enquanto todos ficaram só no discurso e nas boas intenções para a imprensa ver. Não se toca no assunto "Cruzeiros Marítimos" ao comemorar-se a realização dos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro - o que considero uma tremenda ingratidão, pois, como digo e repito, a promessa de transatlânticos, suprindo a falta de leitos nos hotéis da Cidade Maravilhosa, foi o que garantiu a esta, e a todo o Brasil, a conquista do sonho de sediar uma Olimpíada.