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sábado, 15 de junho de 2013

Turistas de cruzeiros gastaram quase nove milhões de dólares em Punta del Este na última temporada!

Punta del Este

A despesa total dos turistas de cruzeiros no Uruguai na última temporada de cruzeiros foi de US$18.899.464. Em Montevidéu US$10.383.173 (54,9%) e Punta del Este US$8.516.291 (45,1%). Foram US$10.741.246 (56,8%) e alimentos, US$4.605.920 (24,4%) foram os itens pendentes.

Continue lendo em Notícias de Cruceros!

NOTA PESSOAL: Em Punta del Este os cruzeiros não atracam em um porto, ficando ancorados ao largo, sendo os turistas transportados em tenders (balsas) dos próprios navios. Há rumores no mercado, porém, de que, ente outras iniciativas na orla, a Royal Caribbean já teria pronto um projeto de terminal de cruzeiros multiuso, com marina, shopping , hotelaria e gastronomia para ser implantado neste charmoso balneário uruguaio. Iniciativa oportuna pois, não raro, escalas são canceladas devido a más condições climáticas para operar em fundeio.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

República Dominicana é exemplo de vontade política no desenvolvimento da indústria de cruzeiros!


A frase não é minha e sim do ministro do Turismo da República Dominicana, Francisco Javier García.

García informou que em 2012 a atividade de cruzeiros na República Dominicana experimentou um crescimento superior a 20%, com a chegada em todos os portos de um total de 453.000 viajantes através desta modalidade.

Ele lembrou que o segmento de cruzeiros deixa um impacto econômico maior do que outras modalidades, pois o que os passageiros gastam vai diretamente para os negócios, empresas e empresários locais nos destinos onde os navios escalam.

Continue lendo (espanhol) em Notícias de Cruceros!

NOTA PESSOAL: Já é famosa na indústria de cruzeiros brasileira a afirmação - corretíssima - da ministra Ideli Salvatti, no sentido de que "os navios distribuem horizontalmente a renda na cadeia produtiva do turismo dos destinos por eles visitados: fatura do artesão humilde à loja de grife".

ATUALIZAÇÃO EM 14/06/2013:

Presidente da República Dominicana, Danilo Medina

Revelando largo conhecimento do impacto econômico dos cruzeiros marítimos, o presidente da República Dominicana, Danilo Medina, disse que a implantação de um novo terminal de cruzeiros em Santa Barbara de Samaná, representará contribuição significativa para aumentar o número de turistas na península e apelou aos residentes da área para aumentar a conscientização sobre a importância do turismo como fator de desenvolvimento. 

Ao participar de uma reunião com os agricultores em Samaná, o chefe de estado disse que o povo da província turística deveria apoiar a construção do terminal de cruzeiros, pois este trabalho irá gerar benefícios para a comunidade e em todo o país. O projeto é desenvolvido pelo Consórcio TERMARSAM, que venceu licitação.

Continue lendo em El Nuevo Diário!

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Há variadas razões para estender a estadia antes ou depois dos cruzeiros. Miami apresenta as suas!


Um dos mais fortes argumentos da indústria de cruzeiros para estimular a implantação de terminais de cruzeiros de atracação com serviço de bagagens - home port - é o incremento superior a 100% no impacto econômico das escalas dos navios, notadamente quando se trata de destinos turísticos que queiram minimizar os efeitos da sazonalidade.

Além do aumento do gasto usual dos turistas com compras, gastronomia e passeios, são acrescidos gastos com hospedagem, estacionamento, traslados.

Não por acaso há sites especializados em dar dicas para turistas em trânsito e embarque quanto ao que podem desfrutar na cidade portuária em que se encontram...

Miami, que recebe um em cada sete passageiros de cruzeiros do mundo, dá o exemplo!

Continue lendo (inglês) em Cruise118!

NOTA PESSOAL: Imaginem o quanto toda a cadeia produtiva do turismo de Florianópolis ganhará quando a cidade finalmente tiver implantado o seu terminal de cruzeiros de atracação!

quarta-feira, 27 de março de 2013

Pesquisa da Fecomércio-SC revela: turistas de cruzeiros gastam bem e movimentam muito a economia de Itajaí e região!


A pesquisa teve por objetivo conhecer o perfil dos turistas em trânsito na cidade de Itajaí que embarcaram ou desembacaram, no Píer Guilherme Asseburg, em Itajaí, entre os dias 19 de dezembro de 2012 e 18 de fevereiro de 2013, e, também, identificar ações capazes de alavancar medidas de incremento ao turismo local.

Foram entrevistadas 546 pessoas com idade superior a 18 anos.

A renda média mensal das famílias dos cruzeiristas que desembarcaram em Itajaí está distribuída, principalmente, entre a faixa de renda média que vai de R$ 3.764 a R$ 6.109, com 44,9%.

Os turistas são, em geral, brasileiros (90,1%), oriundos dos estados de São Paulo (52,4%), Minas Gerais (9,9%) e Rio de Janeiro (7,7%). Os argentinos representam 9%, na maioria proveniente da província de Buenos Aires (5,5%).

O turismo de cruzeiros que aporta em Itajaí se caracteriza por um evento familiar: 43,2% dos cruzeiristas viajam em grupos familiares: 32,2% acompanhados de cônjuge e filhos e 11% acompanhados de outros parentes; e viajam com cinco pessoas na média.

Os turistas que visitaram Blumenau foram os que realizaram os maiores gastos, R$ 470,00 no geral, sendo que a compra de presentes e souvenires foi o mais representativo (R$ 321,93). Os visitantes do Beto Carreiro World despenderam, em média, R$ 306,67, e os de Balneário Camboriú, R$ 259,05.

O consumo dos turistas que permaneceram em Itajaí foi de R$ 183,50 em média, sendo mais significativo o gasto com presentes e souvenires, R$ 141,01.

Destaca-se a importância para a economia local do elevado percentual de turistas que frequentou o comércio:



Acesse a íntegra da pesquisa em Fecomércio-SC!

NOTA PESSOAL: Seria interessante ter perguntado se os passageiros que desembarcaram lá gostariam que Florianópolis tivesse um terminal de cruzeiros! De outro lado, senti falta de a pesquisa abordar os turistas que iniciaram seus cruzeiros em Itajaí, inquirindo-os especialmente acerca do meio de locomoção e de gastos com hospedagem e outras despesas na cidade e região antes ou depois do roteiro marítimo, o chamado pré e pos cruise.

Como toda atividade econômica de grande porte, os cruzeiros pagam uma fortuna em tributos no Brasil...


O quadro acima, resultado de estudos da Fundação Getúlio Vargas sobre a temporada de cruzeiros 2010/2011 no Brasil, ilustra bem o impacto econômico da atividade em nosso país e destaca o enorme volume de taxas e impostos recolhidos naquele período: R$215,2 milhões!

E ainda aparecem incautos afirmando com ar de autoridade que "cruzeiros não pagam impostos".

O artigo abaixo, publicado este mês (03/2013), detalha a pesada carga tributária a que estão sujeitas as empresas que operam cruzeiros no Brasil:

Tributação dos cruzeiros na costa brasileira

Autores: André de Almeida e Fernando Vaisman

Se não é novidade que a atividade de cruzeiros marítimos vem crescendo exponecialmente no país, o que poucos sabem é que grande parte da receita das empresas que exploram esse ramo não advém diretamente da venda de cabines, mas sim da venda de bens e serviços a bordo.

Assim, além do transporte de passageiros propriamente dito, tantas outras relações comerciais instauram-se dentro dos navios de cruzeiro, como a prestação dos mais variados serviços (spa, massagens, academia etc.) e venda dos mais diversos produtos nos bares e lojas on board, o que demonstra que a atividade em questão é bem mais complexa do que se pode imaginar inicialmente, o que fez com que houvesse a necessidade de um regramento tributário específico.

No âmbito federal, em 1998, foi editada a Instrução Normativa nº137, que instaurou o regime de tributação aplicável atualmente às empresas que exploram a cabotagem turística no país. Por esse diploma infralegal, tem-se que os navios propriamente ditos, bem como as mercadorias que já se encontram a bordo quando do ingresso no país, serão objeto de regime aduaneiro especial, chamado de admissão temporária, pelo qual, inicialmente, todos os tributos federais incidentes na importação encontram-se suspensos até o momento da saída definitiva do navio do território nacional naquela temporada.

Pela regra fiscal, o resultado operacional dessas empresas dever ser tributado.

Primeiramente, dispõe a regra fiscal que o armador estrangeiro deverá constituir representante legal no país que será responsável por uma série de atos, como, por exemplo, promover a importação de mercadorias estrangeiras e calcular e pagar os impostos e contribuições federais devidos, decorrentes das atividades desenvolvidas a bordo do navio ou a ele relacionadas, no período em que permanecer em operação de cabotagem em águas brasileiras.

Ainda de acordo com a IN em questão, no momento do ingresso da embarcação no país, o comandante do navio entregará à autoridade aduaneira um registro de inventário de todas as mercadorias a bordo destinadas à comercialização, além da Declaração Simplificada de Importação, sendo que, para fins de controle, o mesmo manterá, ainda, registro do estoque diário de mercadorias estrangeiras a bordo, que possa identificar o movimento ocorrido no período (saldo inicial, entradas, saídas e saldo final).

Em caso de ressuprimento do navio durante o período em que se encontrar em águas brasileiras, duas possibilidades podem ocorrer: (i) em caso de mercadoria de origem estrangeira, a mesma será transferida do porto de entrada ao navio sob o regime de trânsito aduaneiro, aplicando-lhe a suspensão de tributos aduaneiros tal como se tais mercadorias tivessem adentrado no país juntamente com o navio; e (ii) em caso de mercadoria de origem nacional, o embarque será acompanhado apenas e tão somente da nota fiscal de venda, sendo que nesse caso, a venda a navio operante na costa brasileira não se equipara a uma operação de exportação, não sendo aplicável, portanto, a imunidade tributária inerente às exportações para o fornecedor nacional dessas mercadorias, inclusive, no tocante ao ICMS.

A saída definitiva naquela temporada da embarcação fica condicionada à apresentação de relatório atualizado das mercadorias existentes a bordo, com a indicação dos bens que foram consumidos e comercializados no período, bem como dos Darfs de pagamento de todos os tributos aplicáveis a essa atividade.

Nesse sentido, lembramos que, para as mercadorias importadas que sejam comercializadas no navio durante a temporada deve-se recolher os tributos incidentes sobre a importação, ou seja, o Imposto de Importação (II), o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), bem como o PIS e a Cofins-Importação.

Contudo, importante destacar, que as mercadorias destinadas ao uso e consumo da tripulação e dos passageiros na embarcação estrangeira e não à comercialização a bordo não estão suscetíveis à tributação incidente sobre a importação, entendimento este, inclusive, com eco na jurisprudência administrativa que vem se formando ao redor do tema, o que deixa claro a importância de realizar-se no registro de inventário uma descrição extremamente minuciosa acerca de quais mercadorias são destinadas ao consumo dos passageiros e tripulantes e quais são destinados à comercialização dentro do navio.

Além dos tributos incidentes na importação das mercadorias que serão comercializadas on board, a regra fiscal determina que o resultado operacional dessas empresas estrangeiras seja tributado no país pelo PIS/Cofins e pelo IRPJ e CSLL.

Nesse sentido, em relação ao IRPJ e CSLL, aplica-se a modalidade do lucro presumido, justamente pelo fato dessas embarcações não possuirem escrituração contábil que permita a apuração pelo Lucro Real com percentuais específicos previstos pela legislação, além de sujeição das receitas à tributação pelo PIS/Cofins.

André de Almeida e Fernando Vaisman são, respectivamente, sócio e advogado do Almeida Advogados

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Porto Belo (SC) recebeu três navios de cruzeiros que movimentaram fortemente o comércio. Artesãos faturaram bastante!


Clique na imagem abaixo e confira reportagem da RIC:

NOTA PESSOAL: Florianópolis, com apoio da SETUR, tem um artesanato muito bem estruturado e capacitado para bem atender aos turistas de cruzeiros quando os navios voltarem a fazer escalas na capital catarinense!

domingo, 17 de fevereiro de 2013

As perguntas que precisam ser feitas em uma matéria sobre escalas de cruzeiros...


Aos representantes da prefeitura e do empresariado local:
Qual o impacto econômico era esperado na cidade com estas escalas? Qual o gasto efetivo, mesmo que por amostragem? Quais investimentos a cidade pretende realizar para melhorar o receptivo aos cruzeiros, monetizar mais as escalas e aumentar seu número nas próximas temporadas? Os cruzeiros ajudam a minorar os efeitos da sazonalidade no turismo? Por que?

Aos turistas dos navios:
Quanto pretendia gastar? Quanto gastou? Pretende retornar por via aérea ou rodoviária? Faria outro cruzeiro com esta escala no roteiro? Tem alguma sugestão para melhorar a experiência nesta escala?

Aos prestadores de serviços e comerciantes: 
Qual aumento no seu faturamento quando um navio chega? O que poderia ser feito pela prefeitura ou pelas companhias de cruzeiros para melhorar o faturamento? Quais investimentos está fazendo para atender melhor o turista de cruzeiros?

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Paulistas escalam o litoral de SC durante cruzeiro e se surpreendem. Pretendem retornar com tempo nas próximas férias!

Casal paulista quer voltar a Porto Belo
(Foto: Géssica Valentini/G1)

A surpresa agradável trouxe perspectivas para as próximas férias."No Cruzeiro, só podemos ficar um ou dois dias em cada lugar, mas já estamos planejando vir pra cá e ficar mais tempo", afirmou ela.

Continue lendo em G1 Santa Catarina Verão 2013!

NOTA PESSOAL: As escalas de cruzeiros, segundo o renomado jornalista americano de turismo Peter Greenberg,  são como "snacks", ou seja, uma maneira de ter um aperitivo do lugar visitado. Cabe ao receptivo turístico causar uma (excelente) primeira boa impressão... Segundo dados oficiais do Ministério do Turismo, 75% dos cruzeiristas retornam por via aérea, em outra oportunidade, para conhecer em profundidade o destino que rapidamente visitaram pelo mar!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Roatán, ilha de Honduras, espera receber 840.000 turistas de cruzeiros em 2013, com gasto médio de R$175 por pessoa!


De acordo com autoridades de turismo de Honduras, todos os passageiros de cruzeiros têm uma permanência média de cinco horas em Roatán e um gasto médio de 86 dólares (cerca de R$175)  em itens como lembranças, além de transporte terrestre, passeios e outras atividades.

Continue lendo (espanhol) em Notícias de Cruceros!

NOTA PESSOAL: imaginem esta receita toda, cerca de R$147 milhões, movimentando a economia de Florianópolis de outubro a maio, gerando impostos, renda e mais empregos em toda a cadeia produtiva do turismo...

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Cruzeiros movimentam a economia da capital Maceió e de Alagoas, além de influenciarem diretamente vários segmentos!!!


O case de sucesso – estrutura receptiva – continuará nesta temporada. “Como a ação do Governo do Estado de Alagoas, em parceria com a Semptur e o Porto de Maceió, deu suporte aos turistas, possibilitando a experiência com nossa cultura e artesanato, não podemos deixar de repetir a experiência”, afirmou Danielle Novis, secretária de Estado do Turismo de Alagoas.

Continue lendo em 7 Segundos!

Prefeito de Ilhéus considera cruzeiros oportunidade para movimentar a economia, gerando mais emprego e renda na cidade!


Iniciada no último dia 5 de novembro com a chegada do navio Aidacara, a temporada 2012/2013 de transatlânticos vai até o dia 20 de março. No total, serão 27 paradas na cidade, trazendo para Ilhéus mais de 75 mil turistas. O prefeito de Ilhéus, Newton Lima, considera a chagada dos transatlânticos como uma excelente oportunidade de impulsionar ainda mais o turismo e movimentar a economia do município, gerando mais emprego e renda na cidade. Somente para se ter ideia dos benefícios para Ilhéus, cada cruzeirista gasta em média, a cada parada, em torno de 75 dólares, garantindo mais renda para a economia formal e informal.

Continue lendo em Prefeitura de Ilhéus!

Angra dos Reis (RJ) atrai turistas naturalmente, mas os cruzeiros engrossam a perspectiva com milhares deles a bordo!!!


São italianos, franceses, alemães, espanhóis, ingleses e, principalmente, brasileiros que apostam no turismo náutico como forma de lazer e entretenimento.  

Na Vila do Abraão, os comerciantes investem no receptivo. As embarcações saem lotadas com os turistas que são deixados na vila por meio de tenders - barco de apoio aos transatlânticos. Eles saem em passeios turísticos para conhecer a Ilha Grande em saveiros, escunas e lanchas. Os restaurantes oferecem música ao vivo, além de um cardápio variado com produtos da região. As lojas de lembranças também faturam com a venda de artesanato e produtos locais.

- Durante a temporada recebemos, em média, 150 mil pessoas. Eles gastam em torno de R$ 180 cada um. É um turismo que movimenta milhares de reais, alavancando a economia angrense - disse Amanda Salazar.

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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Cada navio de cruzeiros que atraca em Auckland (Nova Zelândia) movimenta cerca de US$1 MILHÃO na economia regionall!!!

Terminal de Cruzeiros de Auckland

Marina Pública em Auckland

Nesta temporada 2012/2013, Auckland receberá cerca de 256 mil turistas e tripulantes de curzeiros, resultando em um gasto direto de cerca de US$ 300 milhões na região.

Além disso, a indústria de cruzeiros mantém mais de 1500 postos de trabalho em na cidade.

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Temporada de cruzeiros encerrada em Port St John (Canadá): 190 mil turistas e 76 mil tripulantes deixaram US$30 milhões

Port Saint John, no Canadá

O Brilliance of the Seas realizou a última das 74 escalas de cruzeiros da temporada deste ano , que durou 146 dias. Os navios levaram cerca de 190 mil turistas à cidade e 76 mil tripulantes, gerando um impacto total de cerca de 30 milhões de dólares na economia local.

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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Os cruzeiros como ferramenta para quebrar a sazonalidade no turismo e seu impacto econômico em Búzios!!! #VIDEO


"O verão começa antes, graças aos navios! Se não fosse os navios, a temporada começaria mesmo no dia 26 de dezembro, que é quando começa realmente a ocupação, os turistas, os veranistas virem pra Búzios...", afirmou comerciante local!!!

Clique na imagem e assista à fantástica matéria do G1!!!

Nota pessoal: não é verdade que os cruzeiros, mesmo em maior número, causem danos à costa marítima. Trata-se de um embuste que prejudica não somente Búzios como todo o mercado brasileiro!!!

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Ilhéus (BA) receberá 75.479 turistas de cruzeiros entre 05/11 e 20/03, cada um gastando no comércio certa de U$75/dia!


Comércio de Ilhéus (BA) fatura alto com o forte movimento de turistas de cruzeiros

O prefeito de Ilhéus, Newton Lima, informou que a chegada desses cruzeiros, todos eles de alto luxo, é aguardada com bastante expectativa pelos ilheenses porque movimenta a economia local, dinamizando o comércio e gerando mais renda para a cidade. Somente para se ter ideia dos benefícios para Ilhéus, cada cruzeirista gasta em média, a cada parada, em torno de 75 dólares, garantindo mais renda para a economia formal e informal. O prefeito garantiu que para receber bem os turistas serão realizados serviços essenciais nos principais pontos turísticos, garantindo a limpeza, iluminação e segurança nos principais locais visitados pelos cruzeiristas.

Continue lendo em Jornal Bahia Online!

Visão crítica sobre o receptivo de cruzeiros na cidade pode ser lida no blog local O Sarrafo. Grato pela dica, José Alves!

Destinos de cruzeiros no Caribe receberam cerca de US$2 BILHÕES em gastos diretos!!! Tabela mostra ingressos de receita.


No ano fiscal entre 2011/2012 a indústria de cruzeiros gerou benefícios econômicos significativos a 21 destinos no Caribe: cerca de US$2 BILHÕES em despesas diretas, 45.225 empregos e US$728 milhões em salários.

Continue lendo em Areocoa!

Grato pela dica ao turismólogo tuiteiro Tobias!

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Turistas de cruzeiros deixarão cerca de R$16,5 MILHÕES no comércio de Ilhabela (SP). Incentivo à atividade econômica!!!

Ilhabela (SP)

259 mil turistas conheceram a cidade na última temporada em escalas de navios. Agora, a previsão é de um crescimento de 34,25%.

Números impressionantes... Continue lendo em Estadão!