sábado, 25 de julho de 2015
VÍDEO: Foz do Iguaçu quer desenvolvimento náutico
quinta-feira, 16 de julho de 2015
Embratur quer Floripa na rota dos cruzeiros
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Ministro insiste: quer Floripa com cruzeiros e marinas
segunda-feira, 22 de junho de 2015
Batimetria é prometida desde 2012
Este é o preço de mercado de um estudo chamado batimetria, capaz de mapear aspectos como a profundidade da areia para que os navios façam o fundeamento. É a partir deste mapeamento que a MSC Cruzeiros, uma das grandes armadoras que trabalham na costa brasileira, pode bater o martelo sobre a inclusão do novo ponto de destino turístico em suas rotas.
A diretora operacional da MSC, Márcia Leite, veio a SC para avaliar a infraestrutura dos pontos de desembarque disponíveis e demonstrou interesse direto em Canasvieiras, que está fora da rota dos transatlânticos desde 2009.
— Florianópolis é um destino com apelo turístico. No entanto, a praia ainda apresenta impedimentos técnicos e de infraestrutura — disse.
A diretora ressaltou que o estudo que comprova as condições de atracação é de responsabilidade do município. O levantamento custa entre R$ 80 mil e R$ 130 mil, segundo orçamento feito pelo diretor de turismo da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (Acif), Ernesto São Thiago.
— A batimetria representa apenas um primeiro passo. E é por meio dela que as primeiras escalas de teste podem ser feitas — disse.
O secretário de Turismo da Capital, Vinicius Lummertz, afirmou que está articulando alternativas "criativas" a fim de viabilizar o estudo em Canasvieiras. Uma das suas apostas é vincular sua viabilidade à concessão dos equipamentos que a prefeitura já dispõe no local, como o antigo trapiche e a poita, fundeada na baía em 2007.
— O que temos de concreto, por enquanto, é que estamos perdendo dinheiro. Nosso objetivo é fazer com que os navios voltem o mais rápido possível — destacou.
Lummertz disse que recursos do Ministério do Turismo da ordem de R$ 9 milhões, que já estariam aprovados e assegurados para Florianópolis, não estão mais disponíveis.
Do pacote de R$ 9 milhões, R$ 1,5 milhão seriam direcionados para um estudo para a instalação de um porto turístico na Capital. Esta verba está sendo esperada desde o verão do ano passado.
Duas novas operadoras já sondam a Capital
O diretor da Acif Ernesto São Thiago confirmou, nesta quarta-feira, que mais duas operadoras independentes manifestaram interesse em desembarcar passageiros em Florianópolis, além da própria MSC. De acordo com ele, a prefeitura deve ser contatada pelas duas empresas nos próximos dias.
— É provável que este contato seja feito por meio de manifestação de interesses: as operadoras formalizam a intenção em desembarcar em Florianópolis, e o município responde, também de maneira formal, delimitando as partes de responsabilidade da prefeitura e das próprias operadoras. Uma eventual negociação faz parte desse processo — explicou.
Uma das preocupações das empresas diz respeito ao contrato de concessão do trapiche de Canasvieiras, que hoje está assinado com a associação das escunas que operam na praia. A concessão vence em setembro próximo, e um novo contrato deve ser feito. Conforme São Thiago, as operadoras já sinalizaram positivamente com a operação em conjunto com as escunas.
— Eles entendem que a operação conjunta é benéfica, afinal um bom destino turístico também se mede pela diversificação de opções de passeio. As escunas se complementam aos navios em um ciclo virtuoso, porque são uma opção natural para os passageiros que descerem do navio para conhecer as praias de Florianópolis — destacou.
sábado, 20 de junho de 2015
ABEOC dá notícia sobre cruzeiros em Florianópolis
sábado, 30 de maio de 2015
Na presidência da Embratur, Lummertz trará cruzeiros de volta a Florianópolis
Passam aqui na frente de Florianópolis 200 cruzeiros durante cinco meses. Estamos discutindo essa situação, mas não podemos abrir mão disso. Existe um incômodo? Existe, mas tem que ser planejado. Porque gera renda, gera emprego. É uma cidade que tem duas baías, isso tem que ser aproveitado. As pessoas se beneficiam disso. Nesta reunião avançamos. Saímos com o compromisso do secretário de Planejamento, Murilo Flores, de dividir uma conta para fazer a batimetria das baías, para definir a parada dos cruzeiros, localização das marinas. Eu não desrespeito a posição de quem ignora os benefícios dessas atividades, mas confiante de ter experiência desses negócios em outros locais, fica muito claro que são compatíveis com a cidade desde sua invenção. Esse lugar foi inventado pelo mar. É absurdo que esse assunto não seja tratado como forma de fazer com que a população se beneficie.
Entrevista completa: