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sábado, 25 de julho de 2015

VÍDEO: Foz do Iguaçu quer desenvolvimento náutico


O Projeto Beira Foz foi desenvolvido pela Arup, da Inglaterra, uma das maiores consultorias do mundo em projetos urbanísticos. Trata-se de uma proposta estratégica de desenvolvimento urbano e ocupação pública e privada das margens do Rio Paraná e do Rio Iguaçu, que prevê uma plataforma de investimentos públicos e particulares por meio de operações urbanas consorciadas e parcerias público-privadas (PPPs).

A área-piloto abrange 600 hectares, com modelagem de sete operações urbanas consorciadas, priorizando a Beira Rio existente, no trecho de seis quilômetros já pavimentados, e a região do entorno da Ponte Internacional da Amizade, Jardim Jupira e Marco das Três Fronteiras.

Entre outros equipamentos turísticos, estão previstos arena multiuso para grandes eventos e shows, hotéis, restaurantes, marina com acesso ao Lago de Itaipu, quadras de tênis e estacionamento.

A versão final inclui uma ampliação da definição, sugerida pelo presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), Vinicius Lummertz. Assim, o Beira Foz também passa ser definido como uma Área Especial de Interesse Turístico. O objetivo é abrir caminho para conquistar regime fiscal e tributário diferenciado; licenciamento ambiental simplificado; financiamento do BNDES; cota de compras de US$ 500, entre outros benefícios.

Confira o belíssimo VÍDEO promocional:




quinta-feira, 16 de julho de 2015

Embratur quer Floripa na rota dos cruzeiros


O presidente da Embratur, Vinícius Lummertz, falou ao Jornal de Turismo sobre a importância dos cruzeiros dentro das eatratégias para atrair mais turistas estrangeiros ao Brasil - já abordei o tema -, dando especial destaque - após longo trabalho -  a Florianópolis neste contexto.


Trecho:

Os Cruzeiros Marítimos ampliam o panorama do País com as escalas em várias cidades, todas com seus atrativos especiais, de Norte a Sul, por uma costa lindíssima a ser explorada. Hoje os navios levam seus turistas a 17 cidades-escala, mas esse número deve aumentar em breve com a entrada em cena de Florianópolis e Vitória.

A capital catarinense e a capixaba também já estão se capacitando para receber os Cruzeiros Marítimos, pois sabem da importância da atividade para a sua economia e por abrir ainda mais a janela para o turismo internacional. Enfim, é do maior interesse da Embratur prestigiar a vinda dos navios para o Brasil. Em princípio, mini-cruzeiros que partem da América do Sul usam Santa Catarina _ que já tem píer para navios de Cruzeiros em São Francisco do Sul, Itajai e Porto Belo_ como base. E o mesmo deve ocorrer com Vitória (ES), que vem investindo no segmento.

Leia mais:

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Ministro insiste: quer Floripa com cruzeiros e marinas


Nota na coluna do jornalista Roberto Azevedo, no jornal Notícias do Dia (08/07/2015).

Quando o atual presidente da Embratur, Vinícius Lummertz, era secretário de turismo de Florianópolis e eu diretor de turismo da ACIF, articulei reunião em São Paulo, ocorrida em 17/10/2011, entre ele e as companhias de cruzeiros, o que ocorreu na sede da MSC no Brasil, participando as demais armadoras e eu representando a ACIF.

Convencido pelos enormes números potenciais deste mercado para a capital catarinense, a partir dali Vinícius Lummertz passaria a ser o principal defensor, no meio político, do retorno dos cruzeiros à Ilha de Santa Catarina, a ponto de, no presente momento, haver sensibilizado o próprio ministro do Turismo, o qual repetidamente tem se manifestado sobre o assunto.

Uma semente lançada em terra fértil no momento oportuno e que começa a germinar, inclusive, agora, com renovado apoio da Acatmar, que no passado já havia apoiado ostensivamente a causa quando fui o presidente da sua Comissão de Gerenciamento Costeiro.

Sim, por ora ainda temos apenas discursos. Portanto, que venham os investimentos em estudos e obras!

Trecho de ATA de reunião da Diretoria Executiva da ACIF realizada em 18/10/2011:

Ernesto São Thiago – Diretor de Turismo
 
8. Feedback Reunião da PMF X ABREMAR, do dia 17/10/2011: O Diretor disse que, com relação à reunião de ontem, fato inédito, que pela primeira vez a Prefeitura de Florianópolis foi a São Paulo para tratar diretamente com as companhias de cruzeiros, numa reunião da ABREMAR - Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos. O Diretor Ernesto disse que o Secretário Vinícius Lummertz foi bem claro e o objetivo dele na reunião era iniciar o processo de entendimento e de buscar parcerias, sinergias, para que a Cidade fosse reinserida nas rotas de cruzeiros marítimos. O Diretor Ernesto disse que o Secretário Vinícius Lummertz não levou um projeto para apresentar, ele levou uma manifestação de boa vontade e isso foi imediatamente compreendido, pelo pessoal das armadoras, e que já começaram a jogar algumas coisas na mesa, por exemplo: de pronto disseram que Florianópolis tem potencial para receber, em torno de 400 (quatrocentas) escalas de cruzeiros, na segunda ou terceira temporada, distribuídas ao longo de oito meses de temporada e cada navio com média de 2.000 (dois mil) passageiros. E, que a Prefeitura poderia cobrar R$ 10,00 (dez reais) de taxa portuária, sendo um terminal de fundeio mais simples, das companhias de cruzeiro por cada passageiro desembarcado, ou seja, 400 mil passageiros geraria uma receita para o caixa da Prefeitura, por temporada, de 4 (quatro) milhões de reais, que poderia ser investido em infraestrutura urbana. O Diretor Ernesto disse que o Secretário Vinícius diante de uma oferta daquela, disse que só no carnaval a Prefeitura esta gastando 8 (oito) milhões de reais. O Diretor disse que a postura do Secretário mudou completamente e ele disse lá, diante de todas as companhias de cruzeiros reunidas, que quem, eventualmente, é contra o terminal de cruzeiros esta com a posição equivocada e que ele vai, pessoalmente, tratar de demover as pessoas desse tipo de situação.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Batimetria é prometida desde 2012


Quando de sua curta passagem pela Setur de Florianópolis, em 2012, Vinícius Lummertz, já estava sensibilizado quanto à batimetria como condicionante para Florianópolis voltar a receber cruzeiros. 

Como diretor de turismo da Acif, levantei esta bandeira. 

Infelizmente, a atual gestão municipal jamais deu qualquer passo neste sentido, fazendo-o somente agora, não sem muita insistência da Acatmar, que retomou o assunto e ampliou-lhe o escopo, com batimetria em ambas as baías da Ilha de Santa Catarina a fim de atualizar a carta náutica da região e favorecer, também, a navegação de embarcações menores, uma demanda da Capitania dos Portos de SC que igualmente é pauta ao menos desde 2012:


De todo modo, não há notícia de que a prefeitura irá custear os estudos ou assumir a dianteira de qualquer ação, apenas "cobrar o Governo Federal".

Na elevada posição de presidente da Embratur, Lummertz terá melhores condições de levar adiante nosso antigo intento, sempre em linha com a Clia Brasil, entidade que congrega a indústria de cruzeiros no país, e com a nova aliada, a Acatmar.

Vale conferir matéria de André Lückman no Diário Catarinense em 2012:


A possibilidade de que Canasvieiras volte a receber grandes navios de turistas durante a temporada está pendente por um investimento orçado entre R$ 80 mil e R$ 130 mil, dinheiro que pode ser arrecadado em apenas um dia de transatlântico atracado.

Este é o preço de mercado de um estudo chamado batimetria, capaz de mapear aspectos como a profundidade da areia para que os navios façam o fundeamento. É a partir deste mapeamento que a MSC Cruzeiros, uma das grandes armadoras que trabalham na costa brasileira, pode bater o martelo sobre a inclusão do novo ponto de destino turístico em suas rotas.

A diretora operacional da MSC, Márcia Leite, veio a SC para avaliar a infraestrutura dos pontos de desembarque disponíveis e demonstrou interesse direto em Canasvieiras, que está fora da rota dos transatlânticos desde 2009.

— Florianópolis é um destino com apelo turístico. No entanto, a praia ainda apresenta impedimentos técnicos e de infraestrutura — disse.

A diretora ressaltou que o estudo que comprova as condições de atracação é de responsabilidade do município. O levantamento custa entre R$ 80 mil e R$ 130 mil, segundo orçamento feito pelo diretor de turismo da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (Acif), Ernesto São Thiago.

— A batimetria representa apenas um primeiro passo. E é por meio dela que as primeiras escalas de teste podem ser feitas — disse.

O secretário de Turismo da Capital, Vinicius Lummertz, afirmou que está articulando alternativas "criativas" a fim de viabilizar o estudo em Canasvieiras. Uma das suas apostas é vincular sua viabilidade à concessão dos equipamentos que a prefeitura já dispõe no local, como o antigo trapiche e a poita, fundeada na baía em 2007.

— O que temos de concreto, por enquanto, é que estamos perdendo dinheiro. Nosso objetivo é fazer com que os navios voltem o mais rápido possível — destacou.

Lummertz disse que recursos do Ministério do Turismo da ordem de R$ 9 milhões, que já estariam aprovados e assegurados para Florianópolis, não estão mais disponíveis.
Do pacote de R$ 9 milhões, R$ 1,5 milhão seriam direcionados para um estudo para a instalação de um porto turístico na Capital. Esta verba está sendo esperada desde o verão do ano passado.

Duas novas operadoras já sondam a Capital

O diretor da Acif Ernesto São Thiago confirmou, nesta quarta-feira, que mais duas operadoras independentes manifestaram interesse em desembarcar passageiros em Florianópolis, além da própria MSC. De acordo com ele, a prefeitura deve ser contatada pelas duas empresas nos próximos dias.

— É provável que este contato seja feito por meio de manifestação de interesses: as operadoras formalizam a intenção em desembarcar em Florianópolis, e o município responde, também de maneira formal, delimitando as partes de responsabilidade da prefeitura e das próprias operadoras. Uma eventual negociação faz parte desse processo — explicou.

Uma das preocupações das empresas diz respeito ao contrato de concessão do trapiche de Canasvieiras, que hoje está assinado com a associação das escunas que operam na praia. A concessão vence em setembro próximo, e um novo contrato deve ser feito. Conforme São Thiago, as operadoras já sinalizaram positivamente com a operação em conjunto com as escunas.

— Eles entendem que a operação conjunta é benéfica, afinal um bom destino turístico também se mede pela diversificação de opções de passeio. As escunas se complementam aos navios em um ciclo virtuoso, porque são uma opção natural para os passageiros que descerem do navio para conhecer as praias de Florianópolis — destacou.

sábado, 20 de junho de 2015

ABEOC dá notícia sobre cruzeiros em Florianópolis


O Estado de Santa Catarina está se preparando para colocar Florianópolis na rota que os Cruzeiros Marítimos fazem pelo Brasil durante suas temporadas de verão. Na última sexta-feira, 22 de maio, o presidente da CLIA ABREMAR BRASIL (Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos), Marco Ferraz, se reuniu em Florianópolis com Vinícius Lummertz, Secretário Nacional de Políticas de Turismo; Murilo Flores, Secretário Estadual de Planejamento; Leandro ‘Mané’ Ferrari, presidente do Grupo de Trabalho de Turismo Náutico da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte e Acatmar (Associação Náutica Catarinense para o Brasil); Cristiane Vieira, representando a Secretaria de Turismo de Florianópolis, além dos consultores do setor náutico Álvaro Ornelas, e Ernesto São Thiago. 

Leia mais em: http://www.abeoc.org.br/2015/06/florianopolis-pode-entrar-na-rota-dos-cruzeiros-maritimos-na-proxima-temporada/#sthash.elnTdI8m.dpuf

sábado, 30 de maio de 2015

Na presidência da Embratur, Lummertz trará cruzeiros de volta a Florianópolis


Como gostava de lembrar o saudoso senador Luís Henrique da Silveira ao próprio Vinicius Lummertz, citando Victor Hugo: "Nada é tão forte quanto uma ideia cujo tempo chegou.". 

Agora, na presidência da Embratur, Lummertz, trará os cruzeiros de volta a Florianópolis. A hora é esta.

O compromisso foi assumido em entrevista à jornalista Stefani Ceolla, do jornal Notícias do Dia. 

Trecho:

Na semana passada, o senhor participou de uma reunião sobre Florianópolis entrar na rota de cruzeiros no país. Este plano é possível?

Passam aqui na frente de Florianópolis 200 cruzeiros durante cinco meses. Estamos discutindo essa situação, mas não podemos abrir mão disso. Existe um incômodo? Existe, mas tem que ser planejado. Porque gera renda, gera emprego. É uma cidade que tem duas baías, isso tem que ser aproveitado. As pessoas se beneficiam disso. Nesta reunião avançamos. Saímos com o compromisso do secretário de Planejamento, Murilo Flores, de dividir uma conta para fazer a batimetria das baías, para definir a parada dos cruzeiros, localização das marinas. Eu não desrespeito a posição de quem ignora os benefícios dessas atividades, mas confiante de ter experiência desses negócios em outros locais, fica muito claro que são compatíveis com a cidade desde sua invenção. Esse lugar foi inventado pelo mar. É absurdo que esse assunto não seja tratado como forma de fazer com que a população se beneficie.

Entrevista completa: 

http://m.ndonline.com.br/florianopolis/noticias/259044-catarinense-assume-a-presidencia-da-embratur.html


sábado, 23 de maio de 2015

LUMMERTZ DESTACA SUAS AÇÕES POR MAIS MARINAS E CRUZEIROS


O catarinense Vinícius Lummertz, secretário nacional de Políticas do Turismo, em artigo publicado no Diário Catarinense (23/05) faz espécie de prestação de contas dos 1.000 dias a frente do cargo estratégico no Ministério do Turismo, que deixa nos próximos dias para assumir a presidência da EMBRATUR (trâmites na Casa Civil da Presidência da Eepública já foram cumpridos e a solicitação da nomeação à presidente Dilma foi assinada pelo ministro do Turismo, Henrique Alves.

Trecho do artigo:

"Tenho me dedicado para fortalecer o turismo náutico, através da facilitação dos licenciamentos para construção de marinas e atração de grandes cruzeiros marítimos. A meta é desburocratizar para atrair ainda mais investidores.".